O novo serviço de atendimento de emergêcia da Polícia Militar endoidou

Depois que foi implantado o Sistema de Atendimento e Despacho de Emergência as viaturas demoram mais tempo para serem localizadas

O 190 endoidou
O 190 da PM endoidou. O número é uma referência para quem precisa de um atendimento de emergência. O serviço sempre funcionou bem mas depois que foi substituído pelo Sistema de Atendimento e Despacho de Emergência, em julho do ano passado, ficou comprometido. Os tecnólogos garantiam na época que precisavam apenas de um ajuste para o sistema funcionar com uma velocidade compatível com a necessidade da ocorrência, além da disponibilidade de um compartilhamento de informação entre todos os órgãos da Segurança Pública.  Mas nada disso aconteceu. Os atendimentos ficaram mais lentos. Um oficial disse que leva de três a quatro minutos para localizar uma viatura mais próxima ao local da ocorrência. O comandante da PM, coronel Nazareno Marcineiro, um especialista em policiamento comunitário, deveria dar uma olhada com mais atenção para aflição de quem solicita uma emergência, mas o socorro demora muito tempo para chegar.

Aliança Nativa
A diretora da Aliança Nativa, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que funciona no Centro da Capital,  está reclamando da falta de se segurança e pedindo providências para melhorar o policiamento nas ruas da cidade. A professora Ana Cristina disse que ladrões levaram da sala de aula o computador e uma calça de ginástica. A Aliança Nativa foi criada com o objetivo de contribuir de forma efetiva para o desenvolvimento sustentável da Ilha de Santa Catarina.

Contas do tráfico
Uma guarnição do Pelotão de Policiamento Tático do 24º BPM (Biguaçu) deteve um adolescente de 16 anos recheado de drogas na rua Ivanir Correia, bairro Janaína.  Com o garoto foram apreendidas 59 pedras de crack, 38 petecas de cocaína, um torrão de maconha pesando 345 gramas, balança para pesar drogas, um carregador de pistola contendo nove munições de calibre 380 e o caderno da contabilidade do ponto de venda de drogas.

Batedor de carteira
Tem gente que vai às compras  sai da loja e se esquece de fechar o zíper da bolsa, dando oportunidades para os batedores de carteiras. Depois de passar em três lojas do mercado público,  a aposentada Maria Lima  seguiu para o Terminal Integrado do Centro. Quando entrou no ônibus percebeu a bolsa aberta e sentiu a falta da carteira de dinheiro. Só lhe restou registrar boletim de ocorrência na 1ª DP da Capital, para tirar a segunda via dos documentos pessoais. 

Quem tem razão?
A ocorrência não é muito recente, mas ainda repercute na PM.  Um cidadão preso numa casa, no  bairro Costeira,  Florianópolis,  com 100 gramas de crack, um revólver calibre 38 e suspeito de vários assaltos na região foi solto pelo delegado de plantão da  Central de Polícia da Capital. E agora quem tem razão?

Furto
Quando o estudante Renan chegou em casa, no Campeche, Sul da Ilha,  ontem à noite teve um desânimo misturado com ódio.  O notebook e a máquina fotográfica digital novinha que ele ainda nem havia pago a primeira prestação foram levados por um ladrão que “estourou” a janela dos fundos.  Ele deu queixa na 2ª DP do Saco dos Limões, e disse que o larápio ainda levou uma mala cheia de roupas.

Frase:
“O próprio delegado Monteiro admitiu que fez besteira. Se isto é motivação política, não mais o que é certo ou errado”. Secretário da SSP, César Grubba sobre a exoneração do diretor da Deic.