Professora que trocou São Paulo por Florianópolis é roubada no segundo dia

Quando procurou a delegacia para fazer o boletim de ocorrência, recebeu tratamento de quinta categoria.

Policial descortês
Comoveu-me a  história de uma professora que veio morar e trabalhar depois de sair de São Paulo para fugir do clima prejudicial a sua filha que sofre de bronquite asmática, doença crônica das vias aéreas. Ela poderia ir para Santos, mas escolheu Florianópolis por ser mais calma e menos violenta. Logo conseguiu emprego de professora ACT (Admitidas em Caráter Temporário). No segundo dia de trabalho, ela  foi assaltada em Canasvieiras, Norte da Ilha, por três bandidos que a levaram  refém, no carro dela, até São José.  Libertada, passou na 2ª DP para registrar ocorrência. O policial disse que ela deveria procurar a delegacia mais próxima do local do assalto e sequer a orientou. Estou relatando esta história porque esta senhora me procurou para denunciar o tratamento de quinta categoria, que recebeu numa delegacia de polícia. Mas mesmo assim ela afirmou que continua em Florianópolis porque a Polícia Civil é bem  maior do que o policial que a atendeu.  
Leitora esclarece
Ligada na coluna, leitora diz que houve um mal entendido na edição de 1º de maio sobre a permanência de crianças de 12anos no bar em São José. Ela esclarece que havia uma festa e que as crianças estavam acompanhadas dos pais. Acrescenta que “em momento  nenhum as crianças  faziam uso de bebidas e drogas”.  Ela também reclama que a polícia retirou de forma irregular o alvará de funcionamento do estabelecimento comercial.
Restrição
Delegado da Polícia Civil e deputado estadual pelo PSD, Maurício Eskudlark, está sugerindo que as empresas de serviços públicos disponibilizam cadastros de clientes à Polícia Civil para agilizar nas investigações.  A justificativa é reduzir  dificuldades.  Ele acredita que por meio do compartilhamento de informações, a investigação torna-se mais ágil e eficaz na localização de endereços e de informações sobre pessoas envolvidas em atos criminosos.
Ladrões à solta
Ladrões estão à solta em Forquilhinhas, São José.  No meio da semana,  arrombadores arrebentaram a janela dos fundos da casa de Hudson e roubaram máquina fotográfica digital, roupas, camisetas, notebook contendo fotos familiares e uma pasta preta com documentos contábeis. Hudson passou na 1ª DP de Forquilhinhas e disse que saiu ao meio dia,  e quando retornou às 18h encontrou a casa arrombada e revirada. 
Segurança
No próximo dia 27, mais 27 candidatos aprovados no concurso para escrivão da Polícia Civil realizado em 2010, começam a fazer a matrícula do curso de formação, na academia da Instituição. A nomeação foi publicada no Diário Oficial, edição da última sexta-feira. Esta rapaziada vai recompor o grupo de 53 escrivães que começam as aulas no final do mês. Interessados devem acessar o site da Acadepol:  www.acadepol.sc.gov.br).
Roubo de carro
É impressionante como roubam carro em São José. A vítima da vez foi o aposentado Rodrigo Alves. Assim que ele saiu de um caixa eletrônico na avenida  Leoberto Leal,  foi abordado por um sujeito de bermuda, boné e barba por fazer,  armado de revólver. O ladrão levou o Fiat Linea, prata e o celular.  Rodrigo telefonou de um  orelhão para o 190 da PM e disse que o suspeito fugiu em direção à BR-101. A polícia fez buscas, mas não obteve sucesso.
Jogatina 
No 10º andar de um edifício residencial/comercial de Campinas, São José, havia 11 máquinas caça níqueis em franca atividade. Quando a Polícia Militar chegou duas velhinhas desmaiaram. A gerente da jogatina, Simone Regina e as duas clientes arrumaram para a cabeça um termo circunstanciado. A onze placas mães, dois monitores e R$ 945 foram apreendidos. A PM chegou à jogatina por meio de denúncia ao 190.
Frase:
“Em curto prazo a ação da PM nos morros aumenta a violência na outra ponta”, tenente-coronel Araújo Gomes, comandante do 4º BPM, responsável pela segurança na área central de Florianópolis.
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