PMs da Agência de Inteligência do 7º BPM jogam duro contra a malandragem

Sob o comando do tenente-coronel Weiss, eles sobem morro, trocam tiros com bandidos e prendem traficantes enquanto a cidade dorme

Guardiões da cidade

Policiais da Agência de Inteligência do 7º BPM estão jogando duro contra a malandragem que pensa em se criar na região de São José. A qualquer chamado do Copom ou ordem do comandante do batalhão, tenente-coronel Paulo Roberto Weiss –  não importa o horário,   madrugada ou  noite –  os PMs vão para a missão e realizam prisões. A equipe comandada pelo sargento Roberto Coelho pega junto. Na última segunda-feira tirou de circulação três ladrões que invadiram o depósito de uma loja popular de linha branca. Os malandros que nunca trabalhavam no pesado não conseguiram levar geladeiras e freezer num Voyage roubado. Os P2 do 7ºBPM receberam a missão de prendê-los e em menos de 20 minutos os três suspeitos já estavam no xilindró e o carro recuperado. Aliás, esta foi apenas mais uma jornada de trabalho dos guardiões da cidade que todas as noites sobem morro,  trocam tiros com assaltantes e prendem traficantes enquanto a cidade dorme. 

Boca de pó

Depois de uma semana monitorando a movimentação “nervosa” numa boca de pó, na Rodovia SC-407, Colônia Santana, em São José, soldados do 7º BPM encurtaram a distância do traficante Andrei Juliano e detiveram alguns consumidores que saíam da “boca” com drogas. Nos bolsos de Andrei foram recolhidas 13 petecas de cocaína e seis pedras de crack. E na casa dele mais um punhado de pó, balança para pesar a droga e plástico para embalar o produto.

César Nogueira/Editoria de Arte/ND

Apanhando calado

O trânsito sempre foi estressante, principalmente para motorista nervosinho. Um desses atacados, mais tarde identificado na polícia por Alexandre, não segurou a onda: desceu do carro embaixo de uma sinaleira no bairro Trindade e encheu o funcionário público Renato de “pipoco”. Depois de agredi-lo ainda o ameaçou de morte. Renato, que apanhou calado, foi reclamar para a delegada da 5ª DP, Giovanna.

Furto

O pedreiro Felipe resolveu dar uma passadinha na casa da mãe depois do trabalho e deixou o Fiat Elba, com placas de Curitiba (PR), na frente da casa, no bairro Trindade. Como seria uma “visita de médico”, bem rápida, ele nem tirou a mochila de cima do banco traseiro. Depois de se despedir dos parentes, Felipe não encontrou mais o carro. Ele deu queixa na 5ª DP e disse que ficou longe dele apenas 15 minutos.

Ameaça

Se Vinícius soubesse que a coisa iria descambar para outro lado ele jamais iria bater boca com uma mulher num bar alternativo da Capital. Ele já estava no carro, ligando o motor para ir embora, quando recebeu uma mensagem no celular. Era o marido da mulher com quem Vinícius havia discutido. Foram duas mensagens ameaçando-o de morte. Ele ficou preocupado e saiu dali direto para a 1ª DP da Capital, onde registrou ocorrência.

Frase:  

“Ele foi golpeado com uma barra de ferro quando chegou com o chá que foi comprar para a moça”, Attílio Guaspari Filho, sobre o assassinato de Pedro Rogério Bousfield.