Assalto em Criciúma: cinco suspeitos são presos no RS

A ocorrência está em andamento, assim como as buscas por outros envolvidos; presos foram conduzidos até a delegacia de Araranguá, pouco mais de 30km ao sul de Criciúma

Pelo menos cinco pessoas foram presas no início da noite desta quarta-feira (2), suspeitas de estarem envolvidas diretamente no assalto a agência bancária em Criciúma, no início da madrugada desta terça-feira.

De acordo com informações repassadas pelo chefe da comunicação da PRF (Polícia Rodoviária Federal), inspetor Luiz Graziano, dois suspeitos foram abordados em Porto Alegre e outros três em Torres, no litoral Norte do RS.

Pelo menos R$ 30 mil foram encontrados com os indivíduos que, como de praxe, não tiveram suas respectivas identificações divulgadas.

Pelo menos cinco suspeitos foram presos no início da noite desta quarta-feira (2). – Foto: Reprodução/NDPelo menos cinco suspeitos foram presos no início da noite desta quarta-feira (2). – Foto: Reprodução/ND

A reportagem apurou que eles foram trazidos até Santa Catarina, onde foram apresentados na DIC (Divisão de Investigação Criminal) de Araranguá aos cuidados do delegado Jair Pereira Duarte que comanda os devidos procedimentos. Araranguá fica a pouco mais de 30 quilômetros de Criciúma, local da ação, e cerca de 180 da capital Florianópolis.

Ainda de acordo com o que foi repassado pelo responsável pela comunicação da PRF, tratam-se de “fortes suspeitos” de envolvimento no episódio cinematográfico e já considerado o maior assalto de toda a história de Santa Catarina.

Busca implacável

Desde o estouro da ação que teve repercussão internacional, as polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal estão em conjunto para dar uma resposta a sociedade.

Há ainda uma união com unidades policiais do Rio Grande do Sul, além do Ministério Público por meio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas).

Galpão usado pelos bandidos e prisão em São Paulo

Na tarde desta quarta-feira os investigadores descobriram um galpão, no município de Içara, onde o bando utilizou como “hospedagem” momentos antes do ataque.

Antes disso, ainda pela manhã, uma mulher foi presa em São Paulo, também suspeita de ter participado dos trabalhos dos bandidos.

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