Brasileiro preso por tráfico na Tailândia liga para mãe e pede objeto inusitado

Investigados responderão por crimes de tráfico de drogas, cujas penas podem resultar em 25 anos de prisão

O brasileiro preso suspeito de tráfico na Tailândia fez a primeira ligação para a família na madrugada desta quinta-feira (5) e pediu um objeto inusitado. Em conversa com a mãe, ele disse que está detido com outros latino-americanos.

Homem foi preso com drogas na Tailândia – Foto: Internet/ReproduçãoHomem foi preso com drogas na Tailândia – Foto: Internet/Reprodução

Jordi Vilsinski Beffa é natural do Paraná e foi preso no dia 13 de fevereiro, quando desembarcou em Bangkok, com com 6,5 quilos de cocaína, no valor de 19,5 milhões de baht, o equivalente a R$ 3 milhões.

Sem conversar com a família até então, o jovem tinha pedido a um amigo para que cuidasse deles. Apenas nessa madrugada o contato foi possível.  A informação é do Portal Ric Mais.

O advogado de Beffa contou como foi a conversa. “Nesta chamada que durou cinco minutos, a mãe nos relatou que foi bastante emocionante. O Jordi pediu algumas coisas, entre elas uma bíblia e alguns textos que ele gostaria de ler lá. Informou também que há possibilidade dele ser ouvido pelas autoridades tailandesas pela primeira vez na semana que vem”, afirmou ao Portal Ric Mais.

Suspeita de aliciar suspeitos é presa

Uma mulher suspeita de aliciar os três brasileiros, que foram detidos na Tailândia em fevereiro deste ano,  foi presa pela Polícia Federal nesta quinta-feira (5).

Suspeita de aliciar brasileiros que foram detidos com drogas na Tailândia é presa – Foto: PF/Divulgação/NDSuspeita de aliciar brasileiros que foram detidos com drogas na Tailândia é presa – Foto: PF/Divulgação/ND

Segundo a PF, os brasileiros embarcaram de Curitiba e foram presos no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, em Bangkok, onde foram flagrados com 15,5 quilos de cocaína nas bagagens.

A suspeita foi presa nesta quinta em Curitiba, na operação chamada ONG BAK, que cumpriu dois mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva.

As investigações mostraram que os dois homens detidos já tinham viajado para o exterior antes da pandemia e teriam transportado drogas.

A PF avalia a possibilidade de pedir à Justiça Federal a extradição dos presos para que respondam pelos crimes no Brasil. Os investigados responderão por crimes de tráfico internacional de drogas e associação criminosa para o tráfico, o que pode resultar em 25 anos de prisão.

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