Cartomante de Chapecó “Mãe Priscila” é presa no Paraná

Outros três comparsas de Priscila Pérola Janoviche seguem foragidos; atualmente ela trabalhava como "Benzedeira Patrícia"

A cartomante “Mãe Priscila” foi presa na tarde desta quarta-feira (24), no Paraná. Ela estava foragida desde o dia 7 de outubro de 2020 quando sumiu de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. Priscila Pérola Janoviche seguia trabalhando na cidade de Castro (PR) e atendia como “Benzedeira Patrícia”.

Priscila foi presa no Paraná, – Foto: Polícia Civil/DivulgaçãoPriscila foi presa no Paraná, – Foto: Polícia Civil/Divulgação

A investigação foi realizada pela 1ª Delegacia de Polícia de Fronteira de Chapecó, com apoio do Serviço de Inteligência do BOPE do Paraná. A operação é continuação da operação “Vigário” iniciada em outubro do ano passado.

Os comparsas de Priscila continuam foragidos. São eles: Fabrício Yanovich, Juliano da Silva e Samantha Andrea Yanowich.

Samantha Andrea Yanowich segue foragida - Polícia Civil/Divulgação
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Samantha Andrea Yanowich segue foragida - Polícia Civil/Divulgação

Fabricio Yanovich segue foragido - Polícia Civil/Divulgação
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Fabricio Yanovich segue foragido - Polícia Civil/Divulgação

Juliano da Silva segue foragido - Polícia Civil/Divulgação
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Juliano da Silva segue foragido - Polícia Civil/Divulgação

Os quatro envolvidos respondem por diversas extorsões, estelionatos e associação criminosa, pois aplicavam diversos golpes na região de Chapecó oferecendo serviços de cartomante e consulta espiritual, causando prejuízo próximo de 1 milhão de reais na região oeste de Santa Catarina.

Relembre o caso

O delegado responsável pela investigação, Thiago de Oliveira, diz que pelo menos 20 vítimas de cidades da região Oeste de Santa Catarina procuraram a polícia para relatar que caíram no golpe. São moradores de Chapecó, Coronel Freitas, Palmitos, São Carlos e outros municípios.

De acordo com a investigação, as vítimas relataram que a cartomante prometia trabalhos milagrosos, como uma visão do futuro, por dinheiro. Contudo, as promessas nunca se realizavam. A conversa com a cartomante custava R$ 50,00. Porém, a cada consulta a mulher exigia mais dinheiro, o que levou as vítimas identificarem os crimes.

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