Catarinense executada com 14 tiros em Curitiba é sepultada no Vale do Itajaí

Família de Ana Paula Campestrini vive em Lontras, onde o corpo será enterrado na tarde desta quarta-feira (23)

Ana Paula Campestrini, 39 anos, que foi executada com pelo menos 14 tiros em frente ao conjunto habitacional ende morava em Curitiba (PR), está sendo velada em Lontras, no Vale do Itajaí.

Ana Paula Campestrini foi executada com 14 tiros em Curitiba. O corpo será sepultado em Lontras, onde vive a família – Foto: Reprodução/Redes SociaisAna Paula Campestrini foi executada com 14 tiros em Curitiba. O corpo será sepultado em Lontras, onde vive a família – Foto: Reprodução/Redes Sociais

O corpo foi levado à cidade onde mora a família de Ana por uma funerária de Curitiba e será sepultado às 17h desta quarta-feira (23). Ana foi vítima de um ataque brutal na terça-feira (22), quando chegava em casa.

O crime foi registrado pelas câmeras de segurança do local, que fica no bairro Santa Cândida. Conforme as imagens, Ana chega em um veículo Ônix vermelho e enquanto espera o portão abrir, um motociclista para ao lado da janela do motorista e faz vários disparos. Na sequência, ele faz a volta e foge na mesma direção de onde veio.

As imagens são fortes. Veja o vídeo abaixo:

Segundo informações apuradas pela equipe da RIC Record TV do Paraná, há cerca de três anos, Ana Paula terminou um casamento de cerca de 17 anos. Do relacionamento ela tinha três filhos, com 16, 11 e 9 anos.

Atualmente, ela trabalhava como diarista e motorista de carros de aplicativo e vivia com a namorada no condomínio em frente ao qual foi assassinada.

Investigação

Na tarde da terça-feira (22), a delegada Tathiana Guzella, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), concedeu uma coletiva de imprensa para falar sobre a investigação que apura a execução de Ana Paula. Durante a conversa, a delegada ressaltou que a vítima não possuía passagens pela polícia e a motivação do crime ainda é um mistério.

Guzella aproveitou a oportunidade para pedir a colaboração de pessoas que possam reconhecer o assassino, filmando nitidamente pelas câmeras de segurança do condomínio.

“Não encontramos boletins de ocorrência contra a vítima. Então, nós temos agora que buscar tudo o que rodeava a vítima e se caso a população tenha alguma informação que possa contribuir aqui nas investigações, pode materializar a denúncia completamente anônima através do 0800-6431121”, disse a delegada.

*Com informações do portal Ric Mais. 

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