Cronologia do crime brutal contra grávida e bebê em Canelinha; confira denúncia detalhada

Casal acusado de assassinar jovem e retirar bebê da barriga dela se tornou réu após Justiça aceitar denúncia do Ministério Público de SC nesta sexta-feira (4)

A Justiça aceitou, nesta sexta-feira (4), a denúncia feita pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) contra o casal acusado de assassinar uma jovem grávida em Canelinha, na Grande Florianópolis. O documento, assinado pelos promotores de Justiça Mirela Dutra Alberton, Alexandre Carrinho Muniz e Fred Anderson Vicente, detalha a cronologia do crime. – Foto: Natália Minich/VipSocial
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A Justiça aceitou, nesta sexta-feira (4), a denúncia feita pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) contra o casal acusado de assassinar uma jovem grávida em Canelinha, na Grande Florianópolis. O documento, assinado pelos promotores de Justiça Mirela Dutra Alberton, Alexandre Carrinho Muniz e Fred Anderson Vicente, detalha a cronologia do crime. – Foto: Natália Minich/VipSocial

De acordo com os promotores, os acusados premeditaram o crime e aproveitaram a relação de amizade entre a denunciada e a vítima, para atraí-la. O casal foi denunciado pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio (contra o bebê), com as qualificadoras de feminicídio, motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e, ainda, pelo crime ter sido cometido por emboscada e mediante dissimulação). – Foto: Natália Minich/VipSocial
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De acordo com os promotores, os acusados premeditaram o crime e aproveitaram a relação de amizade entre a denunciada e a vítima, para atraí-la. O casal foi denunciado pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio (contra o bebê), com as qualificadoras de feminicídio, motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e, ainda, pelo crime ter sido cometido por emboscada e mediante dissimulação). – Foto: Natália Minich/VipSocial

Os dois ainda foram denunciados por subtração de incapaz e ocultação de cadáver. A mulher responde também por fraude processual, por ter levado o celular e objetos pessoais da vítima. – Foto: Natália Minich/VipSocial
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Os dois ainda foram denunciados por subtração de incapaz e ocultação de cadáver. A mulher responde também por fraude processual, por ter levado o celular e objetos pessoais da vítima. – Foto: Natália Minich/VipSocial

Conforme a denúncia, por volta das 17h do dia 27 de agosto, a acusada atraiu a vítima até as imediações de uma cerâmica desativada no bairro Galera, em Canelinha, sob o pretexto de que iriam a um chá de bebê. Antes disso, o MP aponta que o casal já havia traçado o plano do crime. – Foto: PM
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Conforme a denúncia, por volta das 17h do dia 27 de agosto, a acusada atraiu a vítima até as imediações de uma cerâmica desativada no bairro Galera, em Canelinha, sob o pretexto de que iriam a um chá de bebê. Antes disso, o MP aponta que o casal já havia traçado o plano do crime. – Foto: PM

Lá, a mulher golpeou a jovem grávida com um tijolo, até deixa-la inconsciente. Em seguida, a denunciada utilizou um estilete para cortar o ventre da vítima, sem qualquer medicamento anestésico. Ela, então, retirou o bebê, que também ficou ferido pelos cortes. Segundo os promotores, o corte profundo foi a causa da morte da grávida, por hemorragia. – Foto: Natália Minich/VipSocial
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Lá, a mulher golpeou a jovem grávida com um tijolo, até deixa-la inconsciente. Em seguida, a denunciada utilizou um estilete para cortar o ventre da vítima, sem qualquer medicamento anestésico. Ela, então, retirou o bebê, que também ficou ferido pelos cortes. Segundo os promotores, o corte profundo foi a causa da morte da grávida, por hemorragia. – Foto: Natália Minich/VipSocial

Antes de deixar o local do crime, a acusada ocultou o corpo da jovem, de quem ainda pegou o celular e objetos pessoais. Depois, a denunciada se encontrou com o marido e se deslocaram, com o bebê, até a Fundação Hospitalar Municipal de Canelinha, onde fingiram ser os pais da criança. Eles alegaram que a mulher acabara de dar a luz. O casal repetiu a mesma história no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, para onde o bebê foi transferido pela gravidade do quadro de saúde, com risco de morte. – Foto: NDTV Record
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Antes de deixar o local do crime, a acusada ocultou o corpo da jovem, de quem ainda pegou o celular e objetos pessoais. Depois, a denunciada se encontrou com o marido e se deslocaram, com o bebê, até a Fundação Hospitalar Municipal de Canelinha, onde fingiram ser os pais da criança. Eles alegaram que a mulher acabara de dar a luz. O casal repetiu a mesma história no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, para onde o bebê foi transferido pela gravidade do quadro de saúde, com risco de morte. – Foto: NDTV Record

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