Fachin prorroga prazo para PF concluir inquérito sobre Temer

O ministro do STF determinou que a investigação cumpra os prazos para casos em que há investigado preso

REYNALDO TUROLLO JR.

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin prorrogou em cinco dias o prazo para a Polícia Federal relatar o inquérito que investiga o presidente Michel Temer por suspeita de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa. Inicialmente, o prazo de dez dias concedido para a conclusão da investigação terminaria nesta terça-feira (13), mas a PF pediu prorrogação na semana passada.

 Fachin é o ministro mais recente a ter ingressado no Supremo - José Cruz/Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin – José Cruz/Agência Brasil

O ministro Fachin determinou que a investigação cumpra os prazos previstos no Código de Processo Penal para casos em que há investigado preso – de dez dias a partir da data da prisão. Em tese, após o inquérito ser concluído pela PF, a Procuradoria-Geral da República tem até cinco dias para oferecer denúncia ou pedir arquivamento.

No inquérito sobre o presidente, outro investigado, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), está preso desde o dia 3. Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil entregue por um executivo da JBS. Para a investigação, o dinheiro da mala era propina destinada a Temer.

Como a Folha de S.Paulo noticiou neste domingo (11), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, prepara denúncia em que ligará o presidente ao recebimento da mala por Loures.

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Fachin prorroga prazo para PF concluir inquérito sobre Temer

REYNALDO TUROLLO JR.

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin prorrogou em cinco dias o prazo para a Polícia Federal relatar o inquérito que investiga o presidente Michel Temer por suspeita de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa.

Inicialmente, o prazo de dez dias concedido para a conclusão da investigação terminaria nesta terça-feira (13), mas a PF pediu prorrogação na semana passada.

O ministro Fachin determinou que a investigação cumpra os prazos previstos no Código de Processo Penal para casos em que há investigado preso -de dez dias a partir da data da prisão. Em tese, após o inquérito ser concluído pela PF, a Procuradoria-Geral da República tem até cinco dias para oferecer denúncia ou pedir arquivamento.

No inquérito sobre o presidente, outro investigado, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), está preso desde o dia 3.

Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil entregue por um executivo da JBS. Para a investigação, o dinheiro da mala era propina destinada a Temer.

Como a Folha de S.Paulo noticiou neste domingo (11), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, prepara denúncia em que ligará o presidente ao recebimento da mala por Loures.

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