‘Foi maldade’, afirma diretora após furto na Apae de Criciúma, no Sul de SC

Toda a alimentação da semana, eletrodomésticos e diversos objetos foram levados por bandido que invadiu Apae de Criciúma na madrugada de segunda-feira (2)

Diversos objetos, eletrodomésticos e todos os alimentos para as refeições desta semana da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Criciúma foram furtados. Profissionais da instituição se depararam com o ocorrido na segunda-feira (2) quando chegaram para trabalhar.

“O prejuízo não foi grande. É mais pelo desrespeito com as pessoas que frequentam a escola, alunos especiais. A forma como eles comeram algumas coisas, jogaram no chão, desperdiçaram e estragaram o que não puderam levar. Foi maldade mesmo. Ficamos tristes por esse lado”,  destaca a diretora pedagógica da Apae, Rosa Maria Borges Santinoni.

De acordo com a Polícia Militar (PM), que foi acionada pela instituição, um homem foi o responsável pela ação. Ele arrombou duas portas e entrou em diversas salas como a garagem, sala de manutenção e cozinha. O homem, ainda, comeu no local, jogou restos de comida no chão e estragou diversos alimentos. Ele utilizou um veículo da instituição para levar os objetos do furto. O carro foi encontrado ainda na segunda-feira (2).

Alimentos, utensílios e diversos objetos foram furtados na APAE de Criciúma – Foto: Divulgação/ApaeAlimentos, utensílios e diversos objetos foram furtados na APAE de Criciúma – Foto: Divulgação/Apae

Diversos objetos furtados

Segundo a diretora, foram furtadas algumas ferramentas utilizadas na manutenção da escola, uma motoserra, aspirador de folhas, fios, caixa de ferramentas, batedeira, chaleira elétrica, panelas, formas que estavam com bolos, televisão da casa funcional da escola, entre outros.

“A alimentação, o ‘rancho’ que tínhamos, desde carne, extrato tomate até arroz e feijão. Segunda-feira (2) não tinha o que servir. Fomos comprar o lanche dos alunos. Hoje (4) já compramos tudo o que faltava”, explica a diretora.

Atualmente a Apae está recebendo cerca de 40% dos 300 alunos da entidade devido a pandemia da Covid-19. Conforme a vacinação for avançando a ideia é aumentar esse número. Agora, a instituição busca repor o que foi levado.

“Isso vamos ir repondo conforme ir chegando as doações que recebermos as vezes em dinheiro”, conta. “Já arrumamos as portas arrebentadas, cadeados as fechaduras. Coisas mais simples estamos arrumando. Já está  sendo arrumado tudo.  Graças a Deus o atendimento está normal”, ressalta Rosa Maria.

Para realizar doações, os interessados podem se dirigir até a entidade na rua Rua Imigrante de Lucca, no bairro Pinheirinho ou buscar mais informações através do telefone: 3432 1457.

“Pedimos sempre alimentos. Temos várias famílias carentes que ajudamos com cesta básica que estão cadastradas aqui. Podem trazer a doação aqui ou ligar que podemos estar indo buscar”, explica ela. São 50 famílias auxiliadas pela instituição.

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