Grupo faz manifestação em frente à 1ª DP sobre investigação do caso de jovem assassinado em março

Caio Rogério Amaral foi morto a tiros e a família diz não ter resposta da polícia. Delegado vai conversar com eles na segunda-feira

Um grupo com cerca de 30 manifestantes se reuniu em frente à 1ª Delegacia de Polícia da Capital nesta manhã de sábado para protestar quanto ao desenrolar das investigações sobre a morte de Caio Rogério Amaral, de 23 anos, que foi executado com nove tiros em frente a um de seus locais de trabalho, em um call center em Capoeiras, no dia 16 de março.

Segundo um colega de trabalho de Caio, Alceu da Silva Ribeiro, que trabalhava com ele em outro de seus empregos, familiares e colegas se reuniram para reivindicar que processos como esse sejam acelerados e que haja mais atenção especialmente com relação a crimes envolvendo jovens.

O grupo chegou à delegacia por volta das 10h e se retirou antes das 11h, após receber uma ligação da Delegacia de Homicídios, instruindo-os a ir conversar com o delegado Ênio Matos na segunda-feira. Marcos Antônio Moreira, tio de Caio, diz que essa foi a primeira manifestação mas que eles estão dispostos a realizar outras se não tiverem respostas sobre o andamento do caso.

Segundo o plantonista da Delegacia de Homicídios, a polícia não está se omitindo quanto ao caso como os manifestantes alegam, mas o delegado Matos só fará declarações sobre o assunto na segunda-feira às 14h.

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Polícia