Homem é condenado a 22 anos de prisão por assalto em festa da empresa, em Alfredo Wagner

Funcionários foram rendidos e autor do crime roubou mais de R$ 30 mil da empresa de Alfredo Wagner; uma das vítimas conseguiu fugir e acionar alarme

Um homem foi condenado a 22 anos de prisão suspeito de ser um dos autores de um assalto a um estabelecimento comercial no interior de Alfredo Wagner, em dezembro de 2019. Ele teria roubado pertences e mais de R$ 30 mil durante uma festa de empresa, de acordo com o TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina).

Uma das vítimas conseguiu fugir, acionar alarme e arrancar placa de carro dos suspeito. A imagem é ilustrativa –  Foto: Arquivo/Pxhere/Divulgação/ND

De acordo com o TJSC, na ocasião do crime os empresários ofereciam um jantar para os funcionários no dia do crime. Os autores do crime se dividiram durante a ação.  Enquanto um grupo entrou no galpão, outro acessou a casa e ambos anunciaram o assalto ao mesmo tempo.

Com armas de fogo e ameaças, os assaltantes mandaram que as vítimas deitassem no chão. Foi nesse momento que uma delas conseguiu escapar para pedir ajuda. As outras pessoas foram obrigadas a formar uma fila e ir para o galpão do estabelecimento, onde os funcionários também estavam rendidos.

No chão, uma das vítimas teve os braços amarrados e o relógio tirado do pulso. Sob a mira de uma arma de fogo, outra vítima foi obrigada a levá-los até o escritório da empresa. Do local foram levados um celular e mais de R$ 30 mil em dinheiro e cheques.

Funcionário disparou alarme da empresa

O homem que conseguiu fugir dos assaltantes fez disparar o alarme da empresa e ainda arrancou a placa do carro usado no crime, roubado em outra cidade e encontrado na posse do réu. Dois deles foram presos na Grande Florianópolis, informa o TJSC.

Reincidente, o réu deverá cumprir a pena de 22 anos e quatro meses de reclusão inicialmente em regime fechado. O juiz Edison Alvanir Anjos de Oliveira Júnior negou a ele o direito de recorrer em liberdade e fixou o valor da reparação cível em R$ 10 mil a cada vítima.

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