Jovem foi alvo de 12 tiros antes de ser morta à queima-roupa em Itajaí; veja vídeo

Nas imagens de câmera de segurança é possível ouvir pelo menos 12 disparos, mas Denise foi atingida uma vez. Crime foi no bairro Fazenda

O laudo do IGP (Instituto Geral de Perícias), aponta que Denise de Paula Camargo Severo foi morta com uma lesão de projetil de arma de fogo no peito e tinha outra lesão de defesa na mão direita, provavelmente do mesmo disparo.

A jovem foi assassinada à queima-roupa na porta de casa na última quarta-feira (9), no bairro Fazenda em Itajaí, quando estava indo para o trabalho com o namorado. O companheiro de Denise sobreviveu aos disparos.

Em um vídeo de exclusividade do ND+, é possível ouvir pelo menos 12 disparos. Moradores saem correndo desesperados e dois homens fogem e escondem a arma, um vira para trás e dá mais um disparo.

Imagens mostram o momento do assassinato de Denise, pessoas fogem do local e é possível ver um homem atirando antes de fugir – Vídeo: Reprodução/ND

A DIC (Divisão de Investigação Criminal) da Polícia Civil está investigando o caso, mas até às 9h desta quarta-feira (16), não respondeu ao ND+ sobre em que pé estão as investigações.

Relembre o caso

Polícia Militar foi chamada a rua Antônio André Paulo, no bairro Fazenda por volta das 7h40 da última quarta-feira (9), chegando ao endereço, encontrou o veículo Hyundai/HB20 com perfurações de projéteis de arma de fogo.

Jovem morreu à queima-roupa em frente de casa – Foto: Reprodução NDJovem morreu à queima-roupa em frente de casa – Foto: Reprodução ND

Os policiais conversaram com uma senhora, que afirmou que estava indo para o trabalho quando dois homens passaram de bicicleta e dispararam contra o carro de um rapaz que estava com Denise, no entanto, a mulher afirmou que não os conhecia, mas que presenciou o crime e que o irmão do rapaz é presidiário e provavelmente o homicídio teria ligação com esse fato.

O primo do companheiro da vítima disse estar em casa quando ouviu o barulho dos disparos. Tanto o namorado de Denise quanto ela, foram conduzidos ao Hospital Marieta Konder Bornhausen, mas Denise não resistiu aos ferimentos.

O companheiro de Denise afirmou aos policiais que não conhece ninguém que teria cometido o crime, muito menos a motivação. O IGP (Instituto Geral de Perícias) esteve no local, a polícia Civil foi acionada, mas não foi até o local.

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