Líder de seita é preso com 11 corpos de seguidores em decomposição; veja rituais grotescos

Homem foi localizado em uma região da selva tailandesa, por policiais da região; líder era responsável por atrocidades com seus seguidores

Tawee Nanlan, de 74 anos, é conhecido na Tailândia por ser líder de uma seita religiosa. Nomeado como “pai de todas as religiões” por quem o segue, o homem foi preso pela polícia tailandesa após os oficiais encontrarem 11 corpos em sua casa, numa selva local na província de Chaiyaphum.

“Pai de todas as religiões” foi preso na Tailândia – Foto: Internet/Reprodução/ND“Pai de todas as religiões” foi preso na Tailândia – Foto: Internet/Reprodução/ND

O líder também é acusado de forçar seus seguidores a beber sua própria urina e a comer seus excrementos. O homem ainda impede que eles saiam da propriedade onde os cultos são realizados. Todo o esquema foi descoberto após Khun Jenjira, de 53 anos, alertar que sua mãe de 80 anos estava hospedada na casa e que fora impedida de retornar à família.

Devotos são proibidos de saírem do local de culto – Foto: Internet/Reprodução/NDDevotos são proibidos de saírem do local de culto – Foto: Internet/Reprodução/ND

“Fui visitar a minha mãe e vi como as mulheres eram forçadas a seguir um código de vestimenta usando um sarongue na altura do joelho e os homens tinham que usar calças formais”, disse. “Todo mundo teve que tirar os sapatos antes de entrar no local”, comentou.

Um relato da situação foi feito nas redes sociais de Khun.

“O que foi ainda mais chocante foi que eu vi minha mãe esfregar o catarro do líder em seu rosto e comer a barba do homem”, contou. Lá, ele também descobriu os corpos em decomposição, incluindo o de um bebê. “Minha mãe também me instruiu a deixar o corpo dela no mesmo lugar”.

O pedido foi feito pois os seguidores de Tawee acreditam que ele tenha poderes curativos. No mesmo local, agentes da polícia encontraram também cinco caixões do lado de fora do acampamento, todos perfurados para que o fluido linfático saísse.

Os seguidores disseram que os corpos foram levados até lá para que fossem usados em rituais e “enviados ao céu”. O governador da província, Kraisorn Kongchalad, comentou sobre o caso e disse que “é perturbador ainda haver pessoas que acreditem nessas superstições”.

As autoridades que estão lidando com o caso creem que o grupo existe há mais de quatro anos, mas que ninguém o notava pois a casa fica localizada em uma área remota da floresta, longe de outras comunidades. O homem foi inicialmente acusado de invadir terras públicas, além da promoção ilegal de reuniões durante o período de combate da Covid-19.

A polícia também investiga o descarte ilegal de corpos. A mídia local informou que ele foi teve o direito de fiança negado.

*Com informações dos jornais ABC News e Stuff.

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