Morte de gerente: dois homens são indiciados por latrocínio no Oeste de SC

Os principais suspeitos são um homem de 28 anos e outro de 50 que estão presos preventivamente e aguardam a decisão do Poder Judiciário

A Polícia Civil de Abelardo Luz, no Oeste de Santa Catarina, concluiu o inquérito referente à morte de João Ricardo Arno, de 35 anos, morto no dia 26 de agosto no interior de Ipuaçu. Conforme o delegado responsável pela investigação, Marcelo Fernando Tescke, dois homens, que já se encontram presos preventivamente, vão responder pelos crimes de latrocínio, porte ilegal de arma de fogo e ocultação de cadáver.

O gerente de vendas João Ricardo Arno foi morto no dia 26 de agosto aos 35 anos – Foto: Reprodução/ND

De acordo com o delegado, o gerente de vendas João Ricardo Arno, de Xanxerê, foi escolhido aleatoriamente pelo principal suspeito. No dia do crime, João saiu de Xanxerê e deslocou até Ipuaçu para mostrar o carro ao suposto comprador.

Esse comprador, um homem de 28 anos, foi preso na cidade de Seara de posse do carro da vítima, além de outros objetos, ainda no dia do crime. Ele está preso preventivamente no presídio de Concórdia. O segundo envolvido na morte do xanxerense foi preso preventivamente no dia 5 de setembro. Trata-se de um homem de 50 anos morador de Ipuaçu.

Carro foi apreendido pela Polícia Militar na cidade de Seara de posse do principal suspeito, um homem de 28 anos que já tem passagens pela polícia com envolvimento em crime semelhante – Foto: PM/ND

“Durante o inquérito os dois indivíduos mantiveram-se em silêncio. O segundo homem preso preventivamente negou a participação no crime. O primeiro indivíduo preso tem um inquérito que foi reaberto de algo semelhante que ocorreu em 2018”, comenta o delegado Marcelo.

A polícia apurou na investigação que João teria sido golpeado por um objeto na cabeça e, na sequência, levado um tiro nas costas. A arma utilizada era do homem de 50 anos que foi preso na sequência. O corpo foi arrastado por cerca de 150 metros até uma área de mata.

Agora, o inquérito policial foi remetido ao Poder Judiciário.

+

Polícia