Mulher é assassinada com 7 tiros e filha é agredida após briga de vizinhos em Itapoá

Crime ocorreu nesta sexta-feira (7) por volta das 18 horas e chocou a comunidade; vizinho e suspeito do homicídio continua foragido

Uma mulher foi morta com pelo menos sete  tiros e sua filha agredida, após uma briga de vizinhos, no bairro Palmeiras, em Itapoá, no Litoral Norte do Estado.

O crime ocorreu nesta sexta-feira (7) por volta das 18 horas e chocou a comunidade.

Segundo informações colhidas pela Polícia Civil no local do crime, a vítima Sônia Regina Barbosa da Silva, 40 anos, teria ido na casa da filha Evelyn Regina Martins na sexta-feira.

Sônia Regina Barbosa da Silva, 40 anos, e a filha Evelyn Regina Martins – Foto: Redes sociais/divulgação ND

Evelyn havia se desentendido com o vizinho José Gonçalves de Lima, militar reformado das Forças Armadas. Essa briga de vizinho, no entanto, já vinha se arrastando há tempo.

A mãe, já na casa da filha, também acabou discutindo com o vizinho, que teria feito ameaças a elas. Sônia e Evelyn, então, foram até a delegacia e registraram um boletim de ocorrência.

Ainda segundo a polícia, quando voltaram da delegacia, o vizinho teria tentado atirar na filha e a mãe teria entrado na frente, sendo atingida por sete disparos. O corpo dela foi encontrado caído dentro de casa com perfurações no peito e na cabeça.

Moradores da rua disseram que ouviram os disparos de arma de fogo, crianças correndo pela rua chorando e pedindo socorro.

A filha também foi agredida pelo vizinho e suspeito do homicídio. Foi trazida para o Hospital São José, em Joinville, com suspeita de fraturas.

O suspeito está foragido. Logo após o crime, teria deixado o local com a arma – um revólver 38 – em uma moto sem capacete. A Polícia Militar empenhou todos os esforços e, inclusive, reforçou o efetivo para ir em busca do suspeito, mas até agora ele não foi localizado.

O motivo que causou a discussão entre os vizinhos ainda não foi esclarecido pela polícia porque o delegado Saul Bogoni Junior ainda não ouviu Evelyn.

“Vamos ainda conversar com a filha para confirmar todas as informações que colhemos no local”, acrescenta o delegado, que investiga o caso.

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