Mulher é executada nos EUA por crime semelhante ao da grávida de Canelinha

Lisa Montgomery foi a primeira mulher condenada a pena de morte em 70 anos por matar, remover e roubar o bebê de uma mulher grávida

Após 70 anos sem conceder a execução de condenados, o governo Federal dos Estados Unidos da América liberou a execução de Lisa Montgomery, de 52 anos, condenada por matar, remover e roubar o bebê de uma mulher grávida no Missouri em 2004.

Esse foi um dos últimos atos de Donald Trump à frente dos Estados Unidos da América, o presidente é um defensor da pena de morte e ignorou uma petição de clemência apresentada por apoiadores de Lisa.

O crime é semelhante ao caso da jovem grávida de Canelinha, quando a acusada Rozalba Maria Grime, teria atraído a amiga para uma cerâmica abandonada em um local distante da cidade, com a desculpa de haveria um chá de bebê surpresa para a grávida.

Cobertor usado para cobrir corpo da vítima ainda está no local – Foto: Anderson Coelho/NDCobertor usado para cobrir corpo da vítima ainda está no local – Foto: Anderson Coelho/ND

Rozalba fingia estar esperando um bebê para a família e confessou ter planejado o crime. Posteriormente um teste psicológico afirmou que a acusada é mentalmente sã.

Voltando aos Estados Unidos, Em 2004, aos 36 anos, Lisa Montgomery dirigiu aproximadamente por três horas de sua casa em Melvern, no estado do Kansas, até Skidmore, uma cidade no Missouri.

Ela se aproximou de Bobbie Jo Stinnett, uma grávida de 23 anos, pela internet, usando nome e e-mail falsos e visitou a vítima com a desculpa de que queria comprar um filhote de cachorro, pois Bobbie criava cães.

De acordo com o departamento de Justiça, Lisa atacou e estrangulou a vítima grávida com uma corda até que ela perdesse a consciência. Depois, com uma faca de cozinha, tirou o bebê da barriga da mãe. Lisa pretendia criar a criança e fingiu que o bebê era seu. O corpo de Bobbie foi encontrado por sua mãe.

Nesta terça-feira (13)  Lisa recebeu uma injeção de uma droga letal, a Pentobarbital. A defesa alegava que ela sofria de transtornos mentais.

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