Delegado descobre pista sobre ataque à farmácia de vereador de Florianópolis

Homem teria atirado uma pedra na vidraça do estabelecimento de Renato Geske, na Lagoa da Conceição, na última quarta-feira (20)

Os responsáveis por atirarem uma pedra na vidraça da farmácia do vereador de Florianópolis Renato Geske, na Lagoa da Conceição, ainda não foram identificados. O ataque aconteceu na última quarta-feira (20).

Vidro da farmácia foi quebrado pela pedra – Foto: Divulgação/NDVidro da farmácia foi quebrado pela pedra – Foto: Divulgação/ND

O vereador registrou um boletim de ocorrência e relatou que o ocupante de um carro vermelho “pagou um morador de rua para jogar a pedra” contra o estabelecimento e fugiu em seguida, segundo apurado pelo colunista Fábio Gadotti.

Nova pista

Conforme o delegado João Medeiros, responsável pela 10ª DP da Polícia Civil da Lagoa, o veículo utilizado já foi identificado. Segundo a polícia, trata-se de um carro de locadora de veículos. Os autores do crime não foram identificados até o final da manhã desta sexta-feira (22).

Medeiros relata que a polícia deve receber a documentação da locadora na tarde desta sexta. “Estamos aguardando a documentação do veículo para identificar quem o teria locado. A partir daí poderemos avançar para descobrirmos os responsáveis pelo ato”, relata o delegado.

O parlamentar é o presidente relator de seis projetos encaminhados na última semana pelo prefeito Gean Loureiro à Câmara de Vereadores. Uma das propostas abre espaço para a terceirização dos serviços da Comcap (Autarquia de Melhoramentos da Capital).

Renato acredita que o ataque tenha relação com o tema. “É tentativa de intimidação, mas não vão conseguir”, disse à coluna de Fábio Gadotti.

Sindicato nega ato

Em nota, o Sintrasem (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis) negou que o ato teria partido dos trabalhadores da Comcap e disse desconhecer qualquer ação do tipo, tendo conhecimento do ataque apenas pela imprensa.

Veja a nota do Sintrasem na íntegra:

A direção do Sintrasem desconhece qualquer ação do tipo, sendo informada pela imprensa. Todas as ações do sindicato são públicas. No entanto, é preciso frisar que as atitudes de desespero, quando ocorrem, são fruto da violência contra os trabalhadores da Comcap e suas famílias, ainda mais em meio a uma pandemia. Gean e seus capachos não dão sossego e querem paz. Derrubaremos o projeto de Gean Loureiro com mobilização da categoria.

Em nota, a Câmara de Florianópolis manifestou “repúdio” à violência e pediu “diálogo”.

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