Ação apreende cinco toneladas de maconha e dois chefes do tráfico, em Ponte Alta

Ao todo, já foram encontradas 15 toneladas da droga nessa investigação, sendo essa a maior apreensão de maconha da história de Santa Catarina

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Denarc (Divisão Estadual de Narcóticos), DFRV (Divisão de Furtos e Roubos de Veículos), Deic (Diretoria Estadual de Investigações Criminais) e DIC (Divisão de Investigação Criminal) de São Lourenço do Oeste, Canil da PC, Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal fizeram na na quinta-feira (6), às 14h30, mais uma grande apreensão de maconha. Foram apreendidos 5.104 quilos de maconha e 4 quilos de skank na BR-116, em Ponte Alta, próximo a Lages. Três homens foram presos, entre eles os dois chefes da quadrilha. Essa é a maior apreensão de maconha da história de Santa Catarina, junto as que aconteceram recentemente em Garuva e Porto Belo, somando 15 toneladas da drogas. 

Polícia Civil faz maior apreensão de maconha da história de Santa Catarina - Rodrigo Cardozo/RICTV Record
Em coletiva, a polícia falou sobre a maior apreensão de maconha da história de Santa Catarina – Rodrigo Cardozo/RICTV Record

Toda a droga pertencia a mesma quadrilha, e tinha o mesmo modo operante no Estado. Durante coletiva na Deic na manhã deste sábado, a Polícia Civil explicou que a droga era produzida no Paraguai, ficava estocada na cidade de Juan Caballero, era armazenada em Ponta Porã (MS) e de lá ia para várias partes do Brasil, entre elas Santa Catarina. 

A quadrilha utilizava como transporte uma carreta bi-tem com placas de Palhoça, que carregava milho a granel com documentação legalizada, e que tinha como destino final Imbituba. A maconha estava escondida embaixo de uma carga de milho a granel, dividida em fardos de 30 a 40 quilos cada um. O veículo foi parado pela polícia em Ponte Alta, quando os batedores souberam da blitz e empreenderam em fuga, mas foram capturados em Correia Pinto. 

O motorista da carreta, de 31 anos, e os dois batedores foram presos. Nenhum nome foi divulgado, porém, os dois batedores eram irmãos, um com 48 e outro com 50 anos, chefes da quadrilha e são empresários de Palhoça. A droga apreendida, avaliada em R$ 10 milhões, seria armazenada em Palhoça e distribuída na Grande Florianópolis. O motorista teria recebido uma quantia de R$ 15 mil para fazer o transporte. 

De acordo com as investigações, após as duas primeiras apreensões de maconha no Estado, uma pessoa foi morta pela quadrilha no Paraguai no final de junho, acusada de ser a delatora do esquema. Por isso, além de tráfico de drogas e associação para o tráfico, os envolvidos vão responder também por homicídio.

*Com informações do repórter da RICTV Record, Rodrigo Cardozo.

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