Polícia divulga possíveis disfarces de serial killer do Distrito Federal

Acusado de matar quatro pessoas da mesma família em Ceilândia (DF), Lázaro Barbosa está há uma semana em fuga por zona rural

A Polícia Civil do Distrito Federal divulgou, nesta quarta-feira (16), retratos com possíveis disfarces usados por Lázaro Barbosa, de 33 anos. Ele ficou conhecido como serial killer do DF, por ser acusado de cometer pelo menos seis homicídios, sendo quatro pessoas de uma mesma família de Ceilândia, na região administrativa do Distrito Federal.

Centenas de policiais do Distrito Federal e de Goiás estão mobilizados na busca pelo acusado, que está há uma semana fugindo por zonas rurais.

Possíveis disfarces de Lazaro Barbosa divulgados pela Polícia Civil – Foto: PCDF/divulgaçãoPossíveis disfarces de Lazaro Barbosa divulgados pela Polícia Civil – Foto: PCDF/divulgação

Durante essa fuga, Lázarou chegou a trocar tiros com as equipes de segurança durante as buscas na zona rural de Edilândia, na terça-feira (15), conforme informações da Secretaria de Segurança Pública de Goiás. Um policial militar foi atingido com um tiro de raspão, foi socorrido e passa bem.

Conforme a polícia, o acusado circula por áreas rurais com habilidade, agindo sempre da mesma maneira: armado, invadindo fazendas para se alimentar, beber e descansar, obrigando os moradores a cozinhar para ele.

Em uma semana, ele matou pelo menos quatro pessoas, baleou outras três e fez reféns em chácaras. No passado, além de crimes na Bahia, ele se envolveu com agressões em Goiás, roubos e estupros em Brasília.

Além do massacre da família Vidal, de acordo com a Polícia Civil, Lázaro coleciona três mandados de prisão em aberto por roubos e estupro, em Goiás, e por um homicídio na Bahia. No Distrito Federal, ele é investigado por homicídio e roubo seguido de estupro. Além disso, o acusado está foragido da penitenciária de Águas Lindas de Goiás há mais de três anos.

Apesar de circular por povoados e propriedades rurais, Lázaro já usou a tecnologia para o interesse próprio. Redes sociais serviram como facilitador, onde se passava por bom rapaz e se aproxiava de vítimas.

Em 2013, após ter sido preso, passou por avaliação feita por uma junta médica. Na época tinha 26 anos, e o laudo apontou características de personalidade agressividade, ausência de mecanismos de controle, dependência emocional, impulsividade, instabilidade emocional, possibilidade de ruptura do equilíbrio, preocupações  sexuais e sentimentos de angústia.

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