Polícia instaura inquérito para apurar dano ao patrimônio público à estatua de Iemanjá

Delegado afirma que primeiros indícios são de dano ao patrimônio público; caso ocorreu na última quinta-feira, no Ribeirão da Ilha, em Florianópolis, e foi registrado em vídeo

A Polícia Civil de Santa Catarina instaurou inquérito policial para apurar a depredação da estátua de Iemanjá na região do Ribeirão da Ilha, em Florianópolis, O delegado Abel Mantovani Bovi, da 2ª DP do Saco dos Limões, não descarta nenhuma hipótese, mas os primeiros elementos colhidos até o momento apontam para o crime de dano ao patrimônio público.

Estátua foi destruída com uma marreta nessa última quinta-feira (19) – Reprodução/NDEstátua foi destruída com uma marreta nessa última quinta-feira (19) – Reprodução/ND

O delegado informou, ainda, que todas as medidas pertinentes à Polícia Civil já foram tomadas e outras investigações ainda estão em andamento. “A partir da identificação do autor do dano, e no curso do inquérito policial, é que será possível definir se houve ou não intolerância por parte dessa pessoa”, explicou o delegado.

O Código Penal prevê detenção de seis meses a três anos pelo crime de dano ao patrimônio público. Se o delito for de intolerância religiosa a punição é de um mês a um ano de prisão ou multa.

Lei também:

O caso ocorreu na última quinta-feira (19) e há um vídeo do momento da depredação à estatua do Ribeirão da Ilha. Trata-se uma senhora, que destrói a imagem de Iemanjá, orixá feminino da religião de Candomblé e Umbanda, com uma marreta em plena luz do dia.

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