Quadrilha que aplicou golpes contra a Caixa Econômica Federal é alvo de operação em SC

Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em imóveis em Jaraguá do Sul, Balneário Camboriú e nos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul

Carros da Polícia Federal foram vistos na manhã desta terça-feira (30) em Balneário Camboriú e Jaraguá do Sul. Isso porque foi deflagrada a Operação Quatro Passaggeri, com mandados de busca e apreensão sendo cumpridos por cerca de 20 policiais em Santa Catarina.

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Jaraguá do Sul e Balneário Camboriú em Santa Catarina, além de ações em Goiás e Mato Grosso – Foto: Polícia Federal/Divulgação/NDMandados de busca e apreensão foram cumpridos em Jaraguá do Sul e Balneário Camboriú em Santa Catarina, além de ações em Goiás e Mato Grosso – Foto: Polícia Federal/Divulgação/ND

O alvo da operação é uma quadrilha que aplicava golpes contra a Caixa Econômica Federal desde 2019. De acordo com a PF, o grupo criminoso praticava estelionatos e outras fraudes a partir da adulteração de cheques favorecendo terceiros. A estimativa é de que o prejuízo aos cofres da empresa pública federal tenha ultrapassado os R$ 200 mil.

As investigações iniciaram em 2019 depois que os criminosos conseguiram sacar mais de R$ 78,5 mil de um cheque que, inicialmente, foi emitido no valor de R$ 751, na agência de Lages, na Serra catarinense.

O golpe foi replicado na região de Balneário Camboriú e em outros estados brasileiros e, na manhã desta terça-feira, além dos mandados cumpridos em Santa Catarina, foram realizadas buscas em Goiânia e Várzea Grande, no Mato Grosso.

Segundo a investigação da PF, os criminosos conseguiam cheques autênticos emitidos por empresas e condomínios residenciais e realizavam a adulteração, lesando tanto as empresas, como o banco onde era realizado o saque.

Apesar de deflagrada a operação, o inquérito continua para investigar e identificar o envolvimento de outras pessoas. Os investigados podem ser indiciados pelos crimes de crimes de estelionato, falsificação de documentos, falsidade ideológica e associação criminosa. As penas máximas, somadas, podem ultrapassar 15 anos de prisão.

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