SC é alvo de duas megaoperações da Polícia Federal contra o tráfico internacional de drogas

Ações ocorreram, de forma simultânea, em cinco estados e três países; investigação contou com as forças de segurança da França, Marrocos, Bélgica, Espanha e agências antidrogas americana

Santa Catarina é alvo de duas megaoperações da PF (Polícia Federal) que acontecem nesta terça-feira (15) contra o tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Operações contam com o auxílio de forças de segurança internacionais – Foto: Polícia Federal/Divulgação/Arquivo/NDOperações contam com o auxílio de forças de segurança internacionais – Foto: Polícia Federal/Divulgação/Arquivo/ND

As duas operações acontecem em diferentes estados brasileiros, contam com a colaboração de agências de outros países e resultam em 39 mandados de prisão e 47 de busca e apreensão.

Na operação Turfe, os 20 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão acontecem nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Além de diligências no Paraguai, Espanha e Emirados Árabes.

No estado catarinense, seis mandados foram realizados nas cidades de Florianópolis, São Francisco do Sul, Araquari e Balneário Camboriú.

De acordo com a PF, o principal alvo é uma organização criminosa que compra drogas na Bolívia e Colômbia. Em seguida, distribui no Brasil e países da Europa.

Ao longo dos 18 meses de investigação, foram apreendidos mais de oito toneladas de cocaína no Brasil e na Europa, além de R$ 11 milhões.

No campo internacional, a PF contou com a participação da DEA (Administração e Execução de Drogas, em inglês) e da Europol.

O nome da operação faz referência a uma das formas de lavagem de dinheiro da organização através da aquisição e negociação de cavalos de corrida.

Operação Brutium

Os policiais cumprem 19 mandados de prisão e 17 de busca e apreensão judiciais, expedidos pela 10ª Vara Federal Criminal, no Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

A investigação foi iniciada há dois anos e tem por objetivo o combate ao tráfico internacional de cocaína organizado por integrantes de organização criminosa internacional que se aliaram as duas maiores facções brasileiras para enviar a droga que tem origem da Bolívia e Peru para diversos países da Europa.

A investigação contou com a colaboração das forças de segurança da França, Marrocos, Bélgica, Espanha e agências antidrogas americana, o DEA.

Dessa forma, revelou a ação de membros de um grupo criminoso atuante na América Central e Europa em território nacional, resultando na apreensão de mais de 2 toneladas de cocaína no Brasil, na Europa e África, e de R$ 3,5 milhões.

O nome da operação faz referência a integrantes da organização criminosa Limit Soldiers, originária de Curaçao, no Caribe, e com ramificações em outros países da América Central e Holanda, composta, em sua maioria, por traficantes de drogas.

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