Suspeito de estuprar jovem em Chapecó dirigia um Corsa prata

O suposto motorista de aplicativo estava em frente uma festa de onde a mulher saiu e teria oferecido o serviço de transporte para ela

O modelo e a cor do carro do suposto motorista de aplicativo que teria abusado sexualmente de uma jovem de 29 anos na madrugada do último domingo (24), em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, já são conhecidos pela PC (Polícia Civil). Um Corsa de cor prata teria sido o automóvel utilizado para o crime.

A mulher foi orientada a fazer uso de coquetel de medicamentos para evitar qualquer contágio de doenças venéreas. – Foto: Freepik/Divulgação/NDA mulher foi orientada a fazer uso de coquetel de medicamentos para evitar qualquer contágio de doenças venéreas. – Foto: Freepik/Divulgação/ND

O abuso sexual teria acontecido após a jovem sair de uma festa. De acordo com o relato da vítima à PM (Polícia Militar), o carro estava em frente ao local e o motorista teria se identificado como de aplicativo e oferecido o serviço de transporte a ela.

De acordo com informações do BO (Boletim de Ocorrência), ao chegar em frente a sua casa a mulher teria perguntado se o motorista aceitava o pagamento por meio de cartão magnético. O suspeito teria dito que não aceitava, mas concordava em receber “outro tipo de pagamento”. O homem a teria levado até um lugar solitário, nas proximidades do bairro Belvedere, onde teria cometido o crime de estupro.

Identidade do suspeito ainda é desconhecida

Segundo o delegado da DPCAMI (Delegacia de Polícia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso), José Airton Stang, a identidade do suspeito ainda é desconhecida, mas o pontapé inicial já foi dado nas investigações.

A PC descarta a possibilidade do suspeito ser realmente um motorista de aplicativo. “Com as informações de cor e modelo iniciamos as buscas para identificar o possível suspeito”, afirma.

De acordo com o delegado, a jovem estaria sob efeito de álcool quando embarcou no carro. Após a violência, o CBM (Corpo de Bombeiros Militar) atendeu a vítima e a levou ao pronto-socorro do HRO (Hospital Regional do Oeste).

Ela foi orientada pela equipe médica a consumir o coquetel de medicamentos para evitar qualquer contágio de alguma doença sexualmente transmissível. A jovem, possivelmente, passará por exame  de corpo delito.

O delegado explica que o crime pode ser configurado como estupro e, caso seja considerado culpado, o suspeito poderá pegar uma pena de 6 a 10 anos de prisão.

Porém, ainda não é possível afirmar as características do crime, uma vez que pelo fato de a mulher estar embriagada pode se enquadrar em estupro de vulnerável. “Tudo isso será confirmado mediante as provas e o andamento das investigações”.

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