Assalto em Criciúma: veja o que se sabe um mês após o crime

Até o momento, 14 suspeitos foram presos; tenente da PM baleado durante a ação criminosa segue hospitalizado

Na madrugada do primeiro dia de dezembro, Criciúma, no Sul catarinense, foi palco do maior assalto da história de Santa Catarina. Uma agência do Banco do Brasil foi roubada após a cidade ficar sitiada durante uma madrugada de horror. Na ocasião, foram levados mais de R$ 80 milhões levados de uma Agência do Banco do Brasil – Foto: Divulgação/ND
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Na madrugada do primeiro dia de dezembro, Criciúma, no Sul catarinense, foi palco do maior assalto da história de Santa Catarina. Uma agência do Banco do Brasil foi roubada após a cidade ficar sitiada durante uma madrugada de horror. Na ocasião, foram levados mais de R$ 80 milhões levados de uma Agência do Banco do Brasil – Foto: Divulgação/ND

Trabalhadores que pintavam faixas na rua no Centro da cidade foram feitos de reféns durante a ação, que envolveu cerca de 50 pessoas, segundo o delegado Luís Felipe Fuentes, diretor da Deic (Diretoria Estadual de Investigações Criminais – Foto: Reprodução/Redes sociais
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Trabalhadores que pintavam faixas na rua no Centro da cidade foram feitos de reféns durante a ação, que envolveu cerca de 50 pessoas, segundo o delegado Luís Felipe Fuentes, diretor da Deic (Diretoria Estadual de Investigações Criminais – Foto: Reprodução/Redes sociais

Os carros utilizados para a fuga foram encontrados pela polícia abandonados em uma lavoura ainda na manhã do dia 1º, em Nova Veneza – Foto: Divulgação/ND
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Os carros utilizados para a fuga foram encontrados pela polícia abandonados em uma lavoura ainda na manhã do dia 1º, em Nova Veneza – Foto: Divulgação/ND

Uma semana após o crime, 14 suspeitos foram presos pelas autoridades. Os indícios apontam que o crime, realizado por diferentes grupos criminosos de diferentes estados, foi arquitetado por um longo período de tempo – Foto: SSP/Divulgação/ND
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Uma semana após o crime, 14 suspeitos foram presos pelas autoridades. Os indícios apontam que o crime, realizado por diferentes grupos criminosos de diferentes estados, foi arquitetado por um longo período de tempo – Foto: SSP/Divulgação/ND

Márcio Geraldo Alves Ferreira, o Buda, preso na unidade prisional em São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis, teve participação no assalto. Ele é considerado de alta periculosidade e chegou a participar da tentativa de resgate do “chefão” do crime organizado, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, em 2014. – Foto: Divulgação/ND
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Márcio Geraldo Alves Ferreira, o Buda, preso na unidade prisional em São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis, teve participação no assalto. Ele é considerado de alta periculosidade e chegou a participar da tentativa de resgate do “chefão” do crime organizado, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, em 2014. – Foto: Divulgação/ND

O sigilo das investigações segue com a expectativa de uma resposta breve sobre o crime. Polícias Civil, Militar, IGP e demais autoridades se uniram para solucionar o “quebra-cabeça” – Foto: PMSC/Divulgação/ND
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O sigilo das investigações segue com a expectativa de uma resposta breve sobre o crime. Polícias Civil, Militar, IGP e demais autoridades se uniram para solucionar o “quebra-cabeça” – Foto: PMSC/Divulgação/ND

Atualmente, o número de suspeitos presos segue em 14, sendo eles de Santa Catarina, de São Paulo e do Rio Grande do Sul – Foto: Divulgação/ND
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Atualmente, o número de suspeitos presos segue em 14, sendo eles de Santa Catarina, de São Paulo e do Rio Grande do Sul – Foto: Divulgação/ND

Durante o assalto, um tenente da PM foi baleado e ficou internado em estado gravíssimo. Jeferson Luiz Esmeraldino, de 32 anos, já apresentou melhoras no quadro e não precisa mais de aparelhos para respirar – Foto: Reprodução/Redes Sociais/ND
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Durante o assalto, um tenente da PM foi baleado e ficou internado em estado gravíssimo. Jeferson Luiz Esmeraldino, de 32 anos, já apresentou melhoras no quadro e não precisa mais de aparelhos para respirar – Foto: Reprodução/Redes Sociais/ND

Segundo o último boletim divulgado pela 6º Região da Polícia Militar no sábado (26), o policial segue recebendo antibioterapia para controlar uma possível infecção. A equipe médica segue acompanhando a retirada da ventilação mecânica do soldado. – Foto: Reprodução/Redes Sociais
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Segundo o último boletim divulgado pela 6º Região da Polícia Militar no sábado (26), o policial segue recebendo antibioterapia para controlar uma possível infecção. A equipe médica segue acompanhando a retirada da ventilação mecânica do soldado. – Foto: Reprodução/Redes Sociais

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