VÍDEO: Procuradora espancada por colega afirma que teria morrido se não tivesse ajuda

Gabriela Samadello, de 39 anos, acredita que o agressor não aceitava ter uma mulher como chefe; . Demétrius de Macedo alegou que era moralmente assediado

A procuradora-geral do município de Registro, no Vale do Ribeira, no interior de São Paulo, Gabriela Samadello, de 39 anos, que foi brutalmente espancada pelo colega e também procurador Demétrius de Macedo, afirma que poderia ter morrido se não tivesse recebido ajuda.

Gabriela Samadello, de 39 anos, foi brutalmente agredida por colega de trabalho nesta segunda-feira (20) – Foto: Reprodução/Record TVGabriela Samadello, de 39 anos, foi brutalmente agredida por colega de trabalho nesta segunda-feira (20) – Foto: Reprodução/Record TV

“Acho que é uma coisa muito grave, se as pessoas não estivessem ali para me socorrer, fatalmente não estaria aí para contar essa história, ele teria me espancado até a morte.”

A sequência de socos de chutes contra Gabriela ocorreram em uma sala da prefeitura. A vítima ficou com ferimentos, principalmente na cabeça. Outras colegas tentaram segurar o agressor que trabalhava com Gabriela há nove anos e era subordinado a ela desde o começo deste ano.

“Fui violentamente atingida por uma cotovelada na cabeça, fui arremessada contra a parede. Nisso, ele veio para cima de mim e começou a me espancar no canto da parede, chutou muito a minha cabeça, chutou meu corpo inteiro”, afirmou ao R7.

A vítima acredita que o agressor não aceitava ter uma mulher como chefe. Ela informou também que abriu um processo contra ele por desrespeitar uma funcionária da procuradoria.

“Ele já havia hostilizado uma outra funcionária nossa, a gente tinha tido uma conversa a respeito disso, ele foi superagressivo, me expulsou da sala dele quando tentei conversar. Não sei se foi porque eu solicitei a apuração desses fatos.”

Ainda conforme o R7, a prefeitura afastou o procurador das funções na terça-feira (21), com suspensão de pagamento do salário. Demétrius prestou depoimento na Delegacia da Mulher e foi liberado. Segundo a polícia, ele alegou que era moralmente assediado. Ele vai responder por desacato e lesão corporal.

Em entrevista à TV Tribuna, Gabriela disse que “tinha medo” do agressor, mas não pensou que poderia ser agredida.

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