Uma brutalidade, um crime sem precedente, que revoltou moradores

Se existisse pena de morte no Brasil, os assassinos do casal de idosos seriam candidatos a sentarem na cadeira elétrica

Pena de morte
Se existisse pena de morte no Brasil, os assassinos do casal de idosos Eurico Eger, 76 anos, e de Hilda Bruch, 7,7 certamente, seriam candidatos a sentar na cadeira elétrica. Mataram os idosos para roubar dinheiro e pagar dívidas de drogas para traficantes locais. Uma brutalidade, um crime sem precedente, em Biguaçu cujas provas foram colhidas numa investigação impecável, integrando as Polícias Civil, Militar, Ministério Público, Justiça e Instituto Geral de Perícia. Em menos de duas semanas os autores do duplo homicídio foram identificados. Quando existe esta integração, sinergia da verdadeira segurança pública, as resolutividades de casos complicados são fechadas com rapidez.  O aposentado não tinha dinheiro. Era um assalariado que possuía alguns alqueires de terra e 12 cabeças de gado. Mas não guardava dinheiro na poupança. Investia quase tudo em farelo para o gado. Os suspeitos não furtaram sequer uma agulha, mas levaram o mais importante: a vida de Eurico e Hilda que sempre estavam com os filhos e os netos.

Jornalista
Uma freelance que deixou uma televisão de 40 polegadas, capacete e três óculos de sol no banco de trás do carro, estacionado na rua Emir Rosa, no Centro, enquanto fazia uma reportagem, teve um prejuízo danado:  Os ladrões quebraram os vidros da janela traseira e abriram o carro.  Ela passou na 1ª DP para registrar boletim de ocorrência e reclamou da falta de segurança na área central da cidade. A moça foi orientada a nunca mais deixar nenhum objeto de valor à mostra no carro.

Saco preto
Um operário que trabalha na obra de um residencial no Centro de Florianópolis apelou para o velho truque: pediu um saco preto de lixo para a faxineira do prédio, dizendo que era para usar na obra. Ao invés disso, ele usou o saco plástico para embrulhar um computador multimídia. No final do expediente saiu com o equipamento embaixo do braço cantarolando um sambinha. O síndico levou o caso à polícia.

Livro
Os oficias da Polícia Militar, o major Marcello Martinez Hipólito e o capitão Jorge Eduardo Tasca, lançam hoje à noite o livro “Superando o mito do espantalho”. Nesta obra os autores ensinam que a atuação policial não pode estar limitada a mera presença policial ou a reação aos incidentes criminais, mas orientada para a resolução dos problemas de segurança pública em parceria com a comunidade. O evento ocorre às 19 na livraria Saraiva, shopping Iguatemi, Florianópolis.

Beira-mar
As rondas na avenida Beira-mar Norte devem se repensada. Um dos pontos vulneráveis está localizado em frente ao Trapiche. Carro estacionado ali à noite é convite para ser  furtado. Todo mundo sabe que os suspeitos chegam de camionete vermelha, estacionam ao lado do alvo e tranquilamente levam objetos de valores. A maioria dos furtos ocorre entre 21h e 21h30. Uma das vítimas foi o funcionário público Eder Júnior. Ladrões levaram a CNH, R$ 30 cartões bancário e uma sacola com roupas.

Investigação
O síndico de um edifício de  São José está querendo saber quem foi o engraçadinho que  danificou o motor e o timer da piscina. Ele disse que tudo isto ocorreu após as 17h, na saída do zelador. O assunto foi levado para a reunião do condomínio, como não houve resultado positivo sobre a autoria dos fatos, ele deu queixa na Central de Polícia de São José.  

Frase:
“Meu irmão foi baleado na porta do quarto. Fiquei assustada e me joguei da janela do outro quarto”, Marta, durante assalto na madrugada.