VÍDEO: Superlua cria onda rara destruidora no meio da selva amazônica

Surfista é especialista em ondas do tipo e flagrou sequência de grande intensidade no coração da amazônia maranhense

A Superlua sempre atrai curiosos por sua beleza e força, mas vai além disso. O fenômeno intensifica a intensidades das marés, causando ressacas e ondas enormes. Quanto maior for a proximidade, mais força a Superlua terá sobre as águas do mar. No entanto, engana-se quem pensa que o efeito aquático se dá apenas nos oceanos.

Surfista experiente, Serginho Laus é praticante de surfe em pororocas – Foto: ReproduçãoSurfista experiente, Serginho Laus é praticante de surfe em pororocas – Foto: Reprodução

Um vídeo do surfista Serginho Laus vem bombando na internet. Nele, o catarinense mostra o efeito da Superlua na Amazônia Maranhense, algo que deixou internautas impressionados. A Superlua cria uma onda rara, destruidora, arrastando troncos e galhos arrancados das margens do rio. Confira no vídeo abaixo.

A força do fenômeno natural é tão grande na região, que gera uma pororoca, com força descomunal.  São ondas com mais de 2 metros de altura, a partir da superfície. É o resultado da influência da Lua sobre as marés, que aumenta drasticamente aumenta drasticamente.

Onda arrasta troncos e árvores das margens e avança com força de tsunami – Foto: ReproduçãoOnda arrasta troncos e árvores das margens e avança com força de tsunami – Foto: Reprodução

Especialista em ondas de pororocas, Serginho Laus já praticou esse tipo de surfe em vários países pelo mundo. Para encontrar essa onda é preciso experiência e muito cuidado. Depois de horas de navegação, o silêncio da selva é rompido por um grande estrondo. Aí, entram em ação a habilidade e o conhecimento de Laus.

As ondas em pororocas são as mais longas do planeta, verdadeiras tsunamis com milhares de metros cúbicos de água em movimento. E são ondas pesadas, daí a necessidade de ser um profundo conhecedor. Serginho Laus bateu seu primeiro recorde em 2005, quando surfou 10,1 quilômetros em 33 minutos e 15 segundos, no rio Araguari, no Amapá. Desde então tem sido recorde atrás de recorde.

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