Caso com funcionária motivou Gates a renunciar cargo na Microsoft, diz jornal americano

O Wall Street Journal relatou no domingo (16), que uma engenheira da Microsoft alegou em uma carta que teve um relacionamento com Bill Gates durante anos

Semanas após a notícia do divórcio entre Bill Gates e Melinda, o magnata agora é alvo de outra polêmica envolvendo um relacionamento amoroso com uma funcionária da Microsoft, de acordo com o Wall Street Journal. Com informações da CNN, Clare Duffy também contribuiu para essa reportagem.

A renúncia de Gates do conselho de diretores da Microsoft em 2020 veio depois que o conselho contratou um escritório de advocacia para investigar o caso com a funcionária. O jornal cita “pessoas familiarizadas com o assunto”, ao relatar no domingo que uma engenheira da Microsoft “alegou em uma carta que ela teve um relacionamento sexual durante anos com Gates”.

“Durante a investigação, alguns membros do conselho decidiram que não era mais adequado que Gates ocupasse o cargo de diretor da empresa de software que fundou e liderou por décadas”, relatou o Wall Street Journal. “Gates renunciou antes que a investigação do conselho fosse concluída.”

Melinda e Bill GATES – Foto: Global Citizen/Getty ImagesMelinda e Bill GATES – Foto: Global Citizen/Getty Images

O nome da funcionária ainda não foi revelado, mas o porta-voz da Microsoft confirmou ao CNN Business na noite de domingo (16) que “a Microsoft recebeu uma informação na segunda metade de 2019 de que Bill Gates pretendia iniciar um relacionamento íntimo com uma funcionária da empresa no ano 2000. Um comitê do Conselho analisou a situação, auxiliado por um escritório de advocacia externo, para conduzir uma investigação completa. Durante a investigação, a Microsoft forneceu amplo suporte ao funcionário que trouxe essa preocupação.”

Bill Gates e Melinda eram casados desde 1994 – Foto: Facebook/ReproduçãoBill Gates e Melinda eram casados desde 1994 – Foto: Facebook/Reprodução

Em uma declaração ao jornal americano, um porta-voz de Gates disse que “houve um caso há quase 20 anos que terminou amigavelmente” e que a decisão de Bill de fazer a transição do conselho não estava de forma alguma relacionada a este assunto. Na verdade, ele manifestou interesse em passar mais tempo em sua filantropia, começando vários anos antes.

A história do Wall Street Journal foi publicada logo após um artigo do New York Times que relatava que Gates havia “desenvolvido uma reputação de conduta questionável em ambientes relacionados ao trabalho”.

O Times relatou, citando “pessoas com conhecimento direto”, que “em pelo menos algumas ocasiões, Gates perseguiu mulheres que trabalhavam para ele na Microsoft e na Fundação Bill e Melinda Gates”. O Times não citou os nomes das pessoas envolvidas.

Ainda para o Times, o porta-voz de Gates disse que “é extremamente decepcionante que tantas inverdades tenham sido publicadas sobre a causa, as circunstâncias e o cronograma do divórcio de Bill Gates”.

O porta-voz disse ainda que a “alegação de maus-tratos a funcionárias também é falsa”, que “os rumores e especulações em torno do divórcio de Gates estão se tornando cada vez mais absurdos e que é uma pena que pessoas com pouco ou nenhum conhecimento da situação sejam caracterizadas como ‘fontes’”

Bill Gates é uma das pessoas mais ricas do mundo. Seu patrimônio líquido era de US$ 144 bilhões até hoje, de acordo com o ranking Bloomberg Billionaires Index.

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