Como os advogados podem falar a linguagem das startups

Com o novo cenário econômico e as novas tecnologias, as relações empresariais tem sofrido profundas mudanças e tem buscado no direito uma forma legal de legitimar e regular estas relações

Veja as experiências que a advogada Dra. Gislaine Vasconcelos tem colhido para orientar como os advogados podem falar a linguagem das startups.

Dra. Gislaine Vasconcelos fala sobre as melhores formas de se comunicar com as startups – Foto: Condor ConnectDra. Gislaine Vasconcelos fala sobre as melhores formas de se comunicar com as startups – Foto: Condor Connect

As novas transformações provocadas pela tecnologia têm trazido novos desafios jurídicos para o ambiente de inovação, fazendo com que o papel do advogado para esta nova economia seja de extrema importância. Relações empresariais disruptivas precisam de novos contratos, relações de trabalho precisam ser mais flexíveis, organizações societárias mais complexas, atividades sem enquadramento tributário, enfim, neste ambiente o advogado também precisa se reinventar, e sabemos que as mudanças na legislação não acompanham a velocidade dos mercados.

Nesse cenário a Dra. Gislaine Vasconcelos tem adquirido uma vasta experiência. Trabalhando na área do direito há mais de 10 anos orientando empresas, investidores e startups, ela pode nos contar um pouquinho como este cenário tem impactado as relações com os seus clientes. Ela relata que:

“A primeira grande tarefa que a maiorias das startups precisa dos profissionais da área do direito é de advogados que ajudem o seu negócio a escalar sem se tornar um entrave burocrático. Não é mais importante encaixar o negócio na legislação, mas sim encaixar a legislação no novo modelo de negócio”

Os advogados também precisam estar próximos destas empresas, porque a velocidade com que as transformações acontecem exigem muitas vezes tomadas de decisões rápidas. Estar presente neste momento crucial é muito importante para startups. A proximidade não é apenas um relacionamento com o cliente, é viver o negócio do seu cliente como se fosse seu. Com este relacionamento, além de compreender melhor o dia-a-dia do negócio, estará mais apto a dar a orientação jurídica que a empresa precisa naquele momento.

“É preciso entender em primeiro lugar as dores das startups e criar oportunidade para quem está disposto a descomplicar o direito. Neste sentido, não basta o advogado apenas dominar um ramo específico do direito, é preciso estar atento à economia, estar inserido no ecossistema empreendedor e buscar compreender este novo modelo de negócio”, complementa Kauana Vissotto, CEO do Condor Connect.

Startups vivem numa rotina de caos e precisam sempre aprender a gerenciar os riscos. O advogado precisa ter criatividade e flexibilidade, quebrando o “mindset” para apresentar alternativas legais de forma criativa, portanto, oferecer a redução de riscos financeiros, societários, trabalhistas, tributários, de privacidade, entre outros podem fazer com que a empresa possa focar no que realmente é importante: colocar as suas ideais em ação.

É claro, os advogados podem falar a linguagem das startups, basta usar uma linguagem acessível.  Quanto mais clara, direta e descomplicada for a linguagem adotada, mais chances o advogado terá de ser compreendido e contratado pela empresa.

“O cenário de atuação no direito para startups é positivo, mas requer uma mudança conceitual na forma tradicional de construir a carreira, de forma mais colaborativa e menos competitiva, menos reacionária e muito mais descomplicada, ágil, inovadora e estratégica”, explica a advogada Gislaine.

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