Corporate Park é pioneiro e referência em sustentabilidade na Capital

Aproveitamento da água da chuva, energia solar e programa lixo zero são algumas iniciativas implantadas pelo empreendimento, que impulsiona o setor de TI em toda a região

Corporate Park é referência em sustentabilidade na capital  – Foto: Corporate ParkCorporate Park é referência em sustentabilidade na capital  – Foto: Corporate Park

O debate sobre a forma como as empresas enxergam a sustentabilidade na dinâmica de seus negócios ganhou fôlego no último ano, com o início da pandemia de Covid-19, que evidenciou, em todo o mundo, a urgência na inclusão de ações voltadas à temática nos empreendimentos. 

Em Florianópolis, no entanto, esses princípios já nortearam toda a concepção e construção do Corporate Park, primeiro parque corporativo de grande porte da cidade, fundado há 12 anos. O empreendimento já nasceu pioneiro em sustentabilidade e tecnologia e atraiu algumas das principais empresas de TI da região. O empreendimento também se tornou referência em sustentabilidade na Capital.

De acordo com Felipe Campos Didoné, diretor da Rá Incorporações, empresa responsável pela construção e administração do empreendimento, o Corporate Park já tinha a sustentabilidade como diretriz a ser seguida, começando por seu projeto que privilegiava áreas verdes, baixa ocupação construtiva e salas que aproveitam muito a luz solar e a ventilação natural.

Áreas verdes são destaque no Corporate Park – Foto: Corporate ParkÁreas verdes são destaque no Corporate Park – Foto: Corporate Park

“Além disto, desde sua inauguração sempre tivemos muito cuidado com os recursos naturais, utilizando a água da chuva para os lagos do espaço e aproveitando o efluente da estação de tratamento de esgoto para a irrigação do seu amplo jardim. Com o tempo outros investimentos se somaram, como a energia solar, sistema de renovação de ar nas salas e um pioneiro programa de lixo zero”, explica.

Benefícios para a Capital

Os investimentos em sustentabilidade do Corporate Park também se traduzem em ganhos para todo o segmento e para a Capital. “Além de o empreendimento auxiliar o desenvolvimento do setor de TI, muito importante economicamente para Florianópolis e região, acreditamos que qualquer investimento em sustentabilidade terá seu benefício para as próximas gerações”, ressalta Didoné.

O parque também se tornou referência para outros empreendimentos que foram inaugurados depois no Norte da Ilha – na época, uma região considerada fora do circuito central da Capital e carente de empreendimentos comerciais. Mais de uma década após sua inauguração, o espaço segue atual em termos de tecnologia e sustentabilidade e é competitivo em preço de aluguel e condições de locação.

Expansão no entorno

O empreendimento prevê novos investimentos em sustentabilidade e uma possível expansão nos próximos anos. A ideia, explica o diretor da Rá Incorporações, é participar de empreendimentos no entorno que complementem a oferta de serviços.

“Pretendemos nos manter na vanguarda em termos de tecnologia e sustentabilidade, sempre como uma referência importante no segmento imobiliário corporativo”, reforça Felipe Didoné.

Mais qualidade de vida

Para o futuro, Didoné avalia que as mudanças acarretadas pela pandemia devem permanecer no setor imobiliário corporativo, assim como muitas novas oportunidades.

“A expansão do home office trouxe a necessidade de as empresas melhorarem muito seus ambientes de trabalho, investindo em espaços bem planejados, arejados e com áreas de convivência bem dimensionadas. Pra isso, as questões de sustentabilidade deverão ser levadas em consideração”, analisa ele.

Empreendimentos autossuficientes em serviços e próximos a áreas residenciais, avalia o diretor, serão fortes tendências, pois privilegiam o pouco deslocamento das pessoas, auxiliando a mobilidade.

“Espaços compartilhados, como coworkings, devem se expandir. O próprio Corporate Park dobrou a área de seu coworking (em parceria com o Cool2work) em plena Pandemia, para atrair novos usuários em busca deste modelo que traz muita flexibilidade”, finaliza Felipe Didoné.

+

Especial ND 15+15

Loading...