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Criptomoedas: entenda os principais termos usados

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Muito se fala sobre como investir no mercado cripto e a importância de compreender o setor. Isso sem contar que existem alguns termos básicos usados no dia a dia das aplicações. Inclusive, é importante estar por dentro dessas palavras para não só entender melhor o ramo, mas investir com conhecimento. Para ajudar nesse contexto, Bernardo Teixeira, CEO da BitcoinTrade, corretora especializada em criptomoedas, criou um glossário. Confira!

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Altcoins ou moedas alternativas: Nome dado a todas as moedas virtuais e tokens que surgiram após a criação do Bitcoin. Isso significa que, tirando o Bitcoin, todas as outras criptomoedas são chamadas de altcoins.

Arbitragem: Estratégia na qual uma pessoa compra determinada criptomoeda de uma exchange que está com o preço mais baixo e vende em outra que está com o valor maior.

Ativos digitais: Este termo é utilizado para se referir a qualquer criptomoeda ou token.

Assinatura múltipla (multi-sig): Recurso que permite que uma criptomoeda seja gasta apenas se um grupo de pessoas autorizar que a transação ocorra. Esse tipo de função, geralmente, é utilizada por empresas a fim de evitar que gastos sejam feitos sem o consentimento de todos os membros que possuem as chaves da carteira.

Bull: Os chamados “touros” são os investidores que acreditam que haverá um aumento no preço de um ativo. E Bull Market é o termo utilizado para representar uma tendência de alta de preços no mercado.

Bear: Os “ursos” são os investidores que estão pessimistas em relação à recuperação do mercado. E Bear Market é o termo usado para quando o mercado está em baixa, quando os preços estão em queda.

Baleia: Pessoas que possuem grandes quantidades de criptomoedas. As “baleias” podem influenciar o mercado quando vendem seus criptoativos.

Bloco genesis: O primeiro bloco de uma blockchain.

Blockchain (Cadeia de blocos): Funciona como um banco de dados virtual. Nela, ficam registradas de maneira pública todas as informações de um determinado processo. Para garantir que seu sistema seja seguro, já que a blockchain não precisa de intermediários para funcionar, todos os computadores ligados a ela possuem uma cópia dos dados. Assim, mesmo que uma pessoa tente alterá-los, isso não afetará o sistema, já que as outras máquinas possuem a informação real.

Criptomoeda: Nome dado às moedas virtuais que, assim como qualquer outra moeda, possuem poder de compra e venda no mercado.

Chave privada: Código que possibilita ao usuário ter acesso a sua carteira de criptomoedas virtual, como se fosse a senha de uma conta de um banco.

Carteira fria (Cold wallet): Carteira offline. É considerada a forma mais segura de guardar suas criptomoedas já que não está conectada à internet.

Day trader: Estratégia utilizada por investidores com perfil mais arrojado. Os traders buscam comprar e vender ativos no mesmo dia, visando um lucro rápido.

Exchange: São as corretoras de criptomoedas. Por meio delas, é possível comprar, vender e fazer trocas de moedas virtuais.

Forks: São atualizações e mudanças feitas no conjunto de regras ou no código de uma criptomoeda.

Fees: Taxas pagas por cada negociação que acontece na blockchain.

Halving: Evento periódico que ocorre a cada 4 anos e consiste em reduzir em 50% a recompensa paga aos mineradores pelo seu trabalho exercido.

Hype: Termo utilizado para falar que algo é tendência ou que está no foco das atenções.

Input (Entrada): Palavra usada para entradas de transações em um endereço.

Libra: Moeda virtual da rede social Facebook.

Livro razão (Distributed ledger): Termo utilizado para explicar o funcionamento da blockchain.

Lending: Emprestar suas criptomoedas com o objetivo de gerar lucros, por meio de juros diários.

Litecoin (LTC): Moeda virtual criada por Charlie Lee em outubro de 2011 para ser um clone do Bitcoin.

Liquidez: Volume de dinheiro disponível para execução de ordens no mercado.

Mão de alface: Investidores que não conseguem lidar com a volatilidade do mercado de criptomoedas. Como consequência acabam vendendo suas moedas e muitas vezes ficam no prejuízo.

Mineração: Processo que consiste em verificar, confirmar e publicar as transações válidas de Bitcoin na blockchain, com objetivo de garantir que elas ocorram de maneira segura, sem que uma moeda possa ser enviada mais de uma vez.

Order maker: Processo de criação de uma ordem na corretora. Isso acontece quando uma pessoa quer comprar criptomoedas, mas a quantidade desejada não está disponível naquele momento.

Order taker: Termo utilizado para indicar que uma ordem de compra ou de venda de criptomoeda vai ser executada imediatamente.

Output: Representam as saídas de uma carteira.

Peer-to-peer (P2P) ou Ponto-a-ponto: Neste sistema, as transações podem ser feita diretamente de uma pessoa para a outra sem a necessidade de ter um intermediário para fazer as negociações como um banco ou um servidor central.

Pump: Refere-se a um aumento muito rápido na cotação de uma moeda.

Swing Trader: É uma estratégia de operação de compra de um ativo com objetivo de obter lucro em curto prazo.

Spread: Diferença entre o preço de compra (procura) e venda (oferta) de uma ação ou de uma moeda.

#ToTheMoon (#ParaALua): expressão utilizada para indicar que o valor de uma moeda está subindo.

Trader: Investidor que tem como objetivo ganhar dinheiro com operações de curto prazo aproveitando a volatilidade do mercado.

Token: Representação de um ativo. Um token pode representar uma porcentagem de uma empresa, um direito adquirido ou ainda pode ser utilizado como dinheiro dentro de determinada plataforma.

Volatilidade: Forma de medir a variação do valor de uma moeda. Quanto maior for a variação do preço de um ativo em curto período de tempo, maior a volatilidade.

Wallet: São as carteiras utilizadas para guardar criptomoedas. Por meio delas é possível enviar, receber e consultar o saldo de moedas virtuais de uma wallet.

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