Perda de audição pode incapacitar para o trabalho. Você já fez sua prevenção?

Tecnologia avançada está a serviço da Audiologia, mas é preciso estar informado sobre os riscos de perder este sentido

Fazer exames para verificar audição é recomendação de especialista – Foto: Pexels_ONU

Você sabia que hoje, em todo o mundo, 466 milhões de pessoas sofrem de perda auditiva com marcas de invalidez?

Mas segundo a Organização Mundial da Saúde, (OMS), este quadro pode piorar até 2050, quando mais de 900 milhões de pessoas deverão registrar perda de audição nesse mesmo nível.

A agência da Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que aproximadamente um terço das pessoas com mais de 65 anos de idade são afetadas pela perda auditiva incapacitante.

E as estimativas atuais sugerem que existe uma lacuna de 83% na necessidade e uso do aparelho auditivo, ou seja, apenas 17% daqueles que poderiam se beneficiar do uso de um aparelho deste tipo realmente o usam.

Tecnologia a serviço da audição

O fonoaudiólogo, Dr. Nildo Manoel Duarte, diretor técnico do Grupo Digsom Aparelhos Auditivos explica que a única surdez irreversível é a neurossensorial, cuja única forma de solucionar é com aparelho auditivo ou implante de cóclea, com uma fibra conectada ao nervo auditivo.

O especialista em Audiologia clínica, reabilitação auditiva, surdez e alteração de audição alerta que a perda do sentido é lenta e gradual.

“O paciente sofre com fadiga, irritação. É emocionante quando ele recupera a audição e podemos testemunhar a alegria que sente”, conta o especialista.

“A tecnologia muda a vida das pessoas. Estamos com a Digsom há 28 anos já tratamos de mais de 30 mil pacientes. Hoje, os aparelhos são pequenos e altamente tecnológicos, e regulam a audição de acordo com os sons do ambiente”, afirma o fonoaudiólogo.

Causas e consequências

A OMS destaca que entre os motivos da perda auditiva estão causas genéticas, complicações no nascimento, certas doenças infecciosas, infecções crônicas do ouvido, uso de medicamentos específicos, exposição a ruído excessivo e envelhecimento.

A agência enfatiza que para quem enfrenta o problema, intervenções apropriadas e oportunas podem facilitar o acesso à educação, emprego e comunicação.

“Nós precisamos que as pessoas recebam a informação correta sobre a sua audição. Dá uma dor saber que a OMS aponta este cenário, que leva a uma perda incapacitante, e as pessoas não estejam tratando sua audição”, diz o diretor técnico da Digsom, Dr. Nildo Duarte.

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