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Quantos anos você teria se morasse em outros planetas do Sistema Solar?

Quantos anos você teria se morasse em outros planetas do Sistema Solar? - David Menidrey on Unsplash

Quantos anos você teria se morasse em outros planetas do Sistema Solar? - David Menidrey on Unsplash

A Terra demora 365 dias para realizar uma volta completa ao redor do Sol. Esse número, no entanto, varia de planeta para planeta. Quanto mais longe do astro rei, por exemplo, mais tempo ele gastará para realizar a ação. Pensando nisso, o museu Exploratorium, localizado em San Francisco, na Califórnia (EUA), desenvolveu uma calculadora virtual para descobrir quantos anos um terráqueo teria se morasse em outros mundos.

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É bem fácil de participar da brincadeira. Basta acessar este site e colocar o mês, o dia e o ano que você nasceu – nessa ordem mesmo, pois a página segue o padrão norte-americano. Clique no botão “Calculate” e, automaticamente, cada planeta apresentará o tempo correspondente. Nos testes do 33Giga, por exemplo, uma pessoa com 27 anos na Terra, poderia ter entre 114 anos em Marte e 1 ano em Saturno.

A calculadora virtual do museu Exploratorium exibe informações dos oito mundos que pertencem ao Sistema Solar. São eles: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Plutão também está relacionado no site, porém, ele não faz mais parte do conjunto, sendo considerado apenas um planeta anão.

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Fã de astronomia? Então, aproveite e veja 65 imagens incríveis das estrelas e do espaço feitas pela NASA:

Descubra e saiba mais a respeito de 65 aglomerados estelares capturados pelo telescópio Hubble, da NASA --- Esta é uma das regiões de formação de estrelas mais dinâmica e detalhada do espaço, localizada a 210.000 anos-luz de distância da Pequena Nuvem de Magalhães, uma galáxia da Via Láctea. - Crédito: NASA, ESA and A. Nota/33Giga/ND
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Descubra e saiba mais a respeito de 65 aglomerados estelares capturados pelo telescópio Hubble, da NASA --- Esta é uma das regiões de formação de estrelas mais dinâmica e detalhada do espaço, localizada a 210.000 anos-luz de distância da Pequena Nuvem de Magalhães, uma galáxia da Via Láctea. - Crédito: NASA, ESA and A. Nota/33Giga/ND

O aglomerado estelar Hodge 301 é um antigo aglomerado. Muitas de suas estrelas já explodiram como supernovas. Os filamentos no canto superior esquerdo foram comprimidos pelas explosões dessas estrelas. Em outra parte da foto, as estrelas estão nascendo. - Crédito: Hubble-Heritage-Team-AURA_STScI_NASA_ESA/33Giga/ND
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O aglomerado estelar Hodge 301 é um antigo aglomerado. Muitas de suas estrelas já explodiram como supernovas. Os filamentos no canto superior esquerdo foram comprimidos pelas explosões dessas estrelas. Em outra parte da foto, as estrelas estão nascendo. - Crédito: Hubble-Heritage-Team-AURA_STScI_NASA_ESA/33Giga/ND

Esta imagem mostra uma pequena galáxia chamada Galáxia Anã Sagitário, ou
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Esta imagem mostra uma pequena galáxia chamada Galáxia Anã Sagitário, ou "SagDIG”. O SagDIG está relativamente próximo e a visão nítida do Hubble é capaz de revelar muitos milhares de estrelas individuais dentro da galáxia. - Crédito: NASA, ESA, and The Hubble Heritage Team STScI_AURA/33Giga/ND

 - Crédito: NASA, ESA, G. Illingworth (UCO_Lick Observatory and the University of California, Santa Cruz), R. Bouwens (UCO_Lick Observatory and Leiden University) and the HUDF09 Team/33Giga/ND
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- Crédito: NASA, ESA, G. Illingworth (UCO_Lick Observatory and the University of California, Santa Cruz), R. Bouwens (UCO_Lick Observatory and Leiden University) and the HUDF09 Team/33Giga/ND

Esta imagem mostra um aglomerado globular conhecido como NGC 104. Depois do Omega Centauri, é o aglomerado globular mais brilhante no céu noturno, e hospeda dezenas de milhares de estrelas. - Crédito: NASA-ESA-and-the-Hubble-Heritage-STScI_AURA_ESA_Hubble-Collaboration/33Giga/ND
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Esta imagem mostra um aglomerado globular conhecido como NGC 104. Depois do Omega Centauri, é o aglomerado globular mais brilhante no céu noturno, e hospeda dezenas de milhares de estrelas. - Crédito: NASA-ESA-and-the-Hubble-Heritage-STScI_AURA_ESA_Hubble-Collaboration/33Giga/ND

Ampla visão de estrelas jovens e nuvens de gás na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia vizinha da Via Láctea. Essa região é chamada de LHA 120-N 11, e é uma das regiões de formação de estrelas mais ativas do Universo próximo. - Crédito: NASA-ESA-and-Jesús-Maíz-Apellániz-Instituto-de-Astrofísica-de-Andalucía-Spain/33Giga/ND
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Ampla visão de estrelas jovens e nuvens de gás na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia vizinha da Via Láctea. Essa região é chamada de LHA 120-N 11, e é uma das regiões de formação de estrelas mais ativas do Universo próximo. - Crédito: NASA-ESA-and-Jesús-Maíz-Apellániz-Instituto-de-Astrofísica-de-Andalucía-Spain/33Giga/ND

O aglomerado de estrelas Hodge 301 é antigo. Muitas de suas estrelas já explodiram como supernovas. Os filamentos no canto superior esquerdo foram comprimidos pelas explosões dessas estrelas. Em outra parte da foto, as estrelas estão nascendo. - Crédito: Hubble-Heritage-Team/33Giga/ND
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O aglomerado de estrelas Hodge 301 é antigo. Muitas de suas estrelas já explodiram como supernovas. Os filamentos no canto superior esquerdo foram comprimidos pelas explosões dessas estrelas. Em outra parte da foto, as estrelas estão nascendo. - Crédito: Hubble-Heritage-Team/33Giga/ND

A imagem mostra a região central da Nebulosa da Tarântula na Grande Nuvem de Magalhães. O jovem e denso aglomerado estelar R136 pode ser visto no canto inferior direito da imagem. Este aglomerado contém centenas de jovens estrelas azuis, entre elas, a estrela mais massiva detectada no Universo até agora. - Crédito: NASA, ESA, P Crowther (University of Sheffield)/33Giga/ND
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A imagem mostra a região central da Nebulosa da Tarântula na Grande Nuvem de Magalhães. O jovem e denso aglomerado estelar R136 pode ser visto no canto inferior direito da imagem. Este aglomerado contém centenas de jovens estrelas azuis, entre elas, a estrela mais massiva detectada no Universo até agora. - Crédito: NASA, ESA, P Crowther (University of Sheffield)/33Giga/ND

Parte da constelação de Scorpius, centrada na NGC 6357 que tem o aglomerado de estrelas Pismis 24 em seu centro. Esta imagem é um composto de cor tirada pelo Digitized Sky Survey (DSS). - Crédito: Davide De Martin (ESA_Hubble), the ESA_ESO_NASA Photoshop FITS Liberator Digitized Sky Survey 2/33Giga/ND
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Parte da constelação de Scorpius, centrada na NGC 6357 que tem o aglomerado de estrelas Pismis 24 em seu centro. Esta imagem é um composto de cor tirada pelo Digitized Sky Survey (DSS). - Crédito: Davide De Martin (ESA_Hubble), the ESA_ESO_NASA Photoshop FITS Liberator Digitized Sky Survey 2/33Giga/ND

A Tarântula está situada a 170.000 anos-luz de distância na Grande Nuvem de Magalhães (LMC) e é visível a olho nu, como uma grande mancha leitosa. - Crédito: ESA_NASA-ESO-and-Danny-LaCrue/33Giga/ND
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A Tarântula está situada a 170.000 anos-luz de distância na Grande Nuvem de Magalhães (LMC) e é visível a olho nu, como uma grande mancha leitosa. - Crédito: ESA_NASA-ESO-and-Danny-LaCrue/33Giga/ND

Estas estrelas brilhantes fazem parte de um grupo jovem em uma das maiores regiões de formação estelar da Large Magellanic Cloud (LMC), uma galáxia anã satélite da Via Láctea. - Foto: Divulgação/33Giga/ND
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Estas estrelas brilhantes fazem parte de um grupo jovem em uma das maiores regiões de formação estelar da Large Magellanic Cloud (LMC), uma galáxia anã satélite da Via Láctea. - Foto: Divulgação/33Giga/ND

 - Crédito: NASA, ESA, and STScI./33Giga/ND
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- Crédito: NASA, ESA, and STScI./33Giga/ND

 - Crédito: ESA_Hubble and NASA/33Giga/ND
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- Crédito: ESA_Hubble and NASA/33Giga/ND

Esta imagem mostra o aglomerado estelar Trumpler 14. Um dos maiores aglomerados de estrelas quentes, massivas e brilhantes da Via Láctea, ele abriga algumas das estrelas mais luminosas de toda a galáxia. - Crédito: NASA ESA, Jesús Maíz Apellániz (Centro de Astrobiología, CSIC_INTA, Spain)/33Giga/ND
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Esta imagem mostra o aglomerado estelar Trumpler 14. Um dos maiores aglomerados de estrelas quentes, massivas e brilhantes da Via Láctea, ele abriga algumas das estrelas mais luminosas de toda a galáxia. - Crédito: NASA ESA, Jesús Maíz Apellániz (Centro de Astrobiología, CSIC_INTA, Spain)/33Giga/ND

Um enxame de anãs marrons recém-nascidas. A câmera do infravermelho próximo do observatório orbital revelou cerca de 50 desses objetos ao longo do aglomerado de Trapézio da Nebulosa Orion, a cerca de 1.500 anos-luz da Terra. - Crédito: C.R. O'Dell and S.K. Wong (Rice University) and NASA_ESA/33Giga/ND
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Um enxame de anãs marrons recém-nascidas. A câmera do infravermelho próximo do observatório orbital revelou cerca de 50 desses objetos ao longo do aglomerado de Trapézio da Nebulosa Orion, a cerca de 1.500 anos-luz da Terra. - Crédito: C.R. O'Dell and S.K. Wong (Rice University) and NASA_ESA/33Giga/ND

Este brilho de estrelas na pequena constelação de Delphinus (o Golfinho) é o aglomerado globular NGC 6934. - Crédito: /33Giga/ND
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Este brilho de estrelas na pequena constelação de Delphinus (o Golfinho) é o aglomerado globular NGC 6934. - Crédito: /33Giga/ND

Nesta imagem da nebulosa galáctica NGC 3603 é possível ver vários estágios do ciclo de vida das estrelas em uma única visão. - Crédito: Wolfgang-Brandner-JPL_IPAC-Eva-K.-Grebel-Univ.-Washington-You-Hua-Chu-Univ.-Illinois-Urbana_Champaign-and-NASA_ESA/33Giga/ND
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Nesta imagem da nebulosa galáctica NGC 3603 é possível ver vários estágios do ciclo de vida das estrelas em uma única visão. - Crédito: Wolfgang-Brandner-JPL_IPAC-Eva-K.-Grebel-Univ.-Washington-You-Hua-Chu-Univ.-Illinois-Urbana_Champaign-and-NASA_ESA/33Giga/ND

Imagem do aglomerado globular NGC 6397, na constelação de Ara (o Altar). - Crédito: NASA-ESA-and-H.-Richer-University-of-British-Columbia/33Giga/ND
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Imagem do aglomerado globular NGC 6397, na constelação de Ara (o Altar). - Crédito: NASA-ESA-and-H.-Richer-University-of-British-Columbia/33Giga/ND

 - Crédito: ESA_Hubble e NASA/33Giga/ND
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- Crédito: ESA_Hubble e NASA/33Giga/ND

 - Crédito: ESA_Hubble e NASA/33Giga/ND
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- Crédito: ESA_Hubble e NASA/33Giga/ND

 - Crédito: ESA_Hubble e NASA/33Giga/ND
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- Crédito: ESA_Hubble e NASA/33Giga/ND