Cacau Menezes

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Paralisação das aulas na UFSC ao longo da pandemia confirmou o que muitos já sabiam.

A universidade deveria utilizar de seus conceituados acadêmicos para indicar uma solução

 Avenida Deputado Antonio Vieira não tem data para finalização – Foto: Divulgação/PMF Avenida Deputado Antonio Vieira não tem data para finalização – Foto: Divulgação/PMF

A paralisação das aulas na UFSC ao longo da pandemia confirmou o que muitos já sabiam. A universidade é a principal causadora da imobilidade que aflige a região da Trindade e adjacências. Os moradores já notavam que no período de férias escolares o caótico trânsito da região melhorava, mas era difícil confirmar a responsável pelo caos tendo em vista que nas férias toda a cidade migra para as praias. Com a paralisação sem fim da UFSC ao longo dos últimos meses e com a retomada das demais atividades pós-pandemia, ficou evidente que é a UFSC a principal causadora dos problemas de tráfego nos bairros que a cercam. Vale lembrar que o terreno hoje ocupado pela UFSC foi uma doação e o mínimo que se espera é algum retorno para a comunidade. A universidade deveria utilizar de seus conceituados acadêmicos para indicar uma solução, mas ao contrário disso, suas propostas são no sentido inverso, como aquela tentativa esdrúxula de se impedir a utilização da Rua Delfino Conti –  logradouro que liga o Córrego Grande a Praça Santos Dumont. Está na hora de, além de voltar às aulas presenciais, a “entourage” da UFSC utilizar sua “expertise” para fins de contribuição para a população de Floripa.

 – Foto: Flávio Tin/ND – Foto: Flávio Tin/ND

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