“Quando olhei, já estava pegando fogo”, diz sobrevivente de acidente no Norte de SC

Colisão entre carro e caminhão deixou uma pessoa morta na tarde desta segunda-feira (19) na SC-418

“Quando eu parei, olhei para a porta, já estava pegando fogo”. É assim que o caminhoneiro Sandro Jabuinski lembra o momento do acidente que deixou um motorista carbonizado na tarde desta segunda-feira (19), na SC-418, em Joinville, no Norte de Santa Catarina.

Segundo motorista, incêndio teve início logo após a batida – Foto: Ricardo Moreira/NDTVSegundo motorista, incêndio teve início logo após a batida – Foto: Ricardo Moreira/NDTV

A batida ocorreu por volta das 14 horas no Km 24, próximo à Estrada Rio do Júlio. Segundo a PMRv (Polícia Militar Rodoviária), o motorista do carro teria perdido o controle em uma curva e batido em um caminhão que seguia pela rodovia.

“Eu estava subindo quando o rapaz fez a curva e começou a andar em zigue-zague. Tentei segurar, mas não deu, ele [motorista do carro] atravessou [a pista] e me pegou na terceira faixa. Não teve o que fazer”, conta Sandro.

Com o impacto, os veículos começaram a pegar fogo. O caminhoneiro conseguiu sair do caminhão a tempo e não teve ferimentos. Mas, o motorista do outro veículo, ficou preso às ferragens e morreu carbonizado.

Equipes dos bombeiros voluntários de Joinville e dos militares de Campo Alegre estiveram no local e conseguiram conter as chamas. Durante o combate, o trânsito na região ficou interditado, gerando até 8km de fila.

Vítima ainda não foi identificada – Foto: Ricardo Moreira/NDTVVítima ainda não foi identificada – Foto: Ricardo Moreira/NDTV

Vítima ainda não foi identificada

Devido ao estado em que o corpo e o veículo foram encontrados, não foi possível identificar a vítima. O que já se sabe é que o carro era de uma empresa de segurança privada, com placas de Belo Horizonte.

O corpo do motorista foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Joinville.

Para Sandro, as imagens da batida ainda vão ficar por anos na memória, já que este foi o primeiro acidente dele em 23 anos de profissão.

“Quando estava subindo, vi dois caminhões parados na Serra e pensei ‘não vou carregar mais, vou para casa’. Não fiz cinco quilômetros, deu o acidente. Não teve o que fazer”, finaliza.

Veja o momento do acidente:

*Com informações do repórter Ricardo Moreira, da NDTV

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