Azul prevê operar voos para Correia Pinto a partir de setembro

Início das operações vai depender da execução de obras na melhoria da infraestrutura aeroportuária

O município de Correia Pinto, na Serra catarinense, poderá ser uma nova base de operação da Azul Linhas Aéreas no país. A empresa espera ligar o aeroporto da cidade catarinense à sua malha aérea nacional e internacional a partir do segundo semestre deste ano, com voos que serão operados diariamente para Campinas (SP), principal centro de conexões da Azul no país.

A companhia aérea já atua em outras cidades catarinenses – Foto: SIE/DivulgaçãoA companhia aérea já atua em outras cidades catarinenses – Foto: SIE/Divulgação

A companhia planeja iniciar as operações na cidade em 08 de setembro, fazendo de Correia Pinto o 6º destino atendido pela empresa em Santa Catarina.

No entanto, o início das vendas para os novos voos e a confirmação da data planejada dependerão da homologação de equipamentos como o IFR-IMC e do PAPI que irão permitir a empresa operar até mesmo em condições de mau tempo.

Aeronaves da Embraer

Em Correia Pinto, a Azul tem a expectativa de voar com as modernas aeronaves brasileiras da Embraer, que comportam até 136 Clientes. Esta será a primeira vez na história que uma companhia aérea irá operar no Aeroporto Regional do Planalto Serrano, um aeródromo de maior porte, que permitirá à empresa voar com aviões maiores, oferecendo melhores horários e mais oferta de assentos.

Liberação dos voos deve ocorrer em setembro. – Foto: Divulgação/NDLiberação dos voos deve ocorrer em setembro. – Foto: Divulgação/ND

Segundo o gerente de planejamento de malha da Azul, a companhia quer voar na cidade com os jatos da Embraer, que, por voo, podem transportar quase 50 Clientes a mais do que o modelo de aeronave que voava em Lages.

“Além de ser maior, essa aeronave é mais rápida e nos permitirá reduzir o tempo de deslocamento entre o destino catarinense e Campinas. Nossa intenção é planejar uma malha que permita, especialmente a quem viaja a trabalho, ir e voltar no mesmo dia para a cidade, mas esse planejamento dependerá da instalação de equipamentos como o IFR, que orienta os pilotos em pousos noturnos e sob baixa visibilidade” pontua.

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