Confira os significados dos artefatos usados na abertura de Gênesis

Abertura é marcada por um mix de artefatos históricos que comprovam os acontecimentos descritos na Bíblia

A abertura da nova superprodução da Record TV, Gênesis, surpreendeu quem acompanhou a estreia da novela na terça-feira (19). Objetos arqueológicos comprovam a história por trás do primeiro livro da Bíblia.

São dez artefatos no total. Confira o significado de cada um:

Fundação de Ur: A cidade de Ur ficava localizada no atual Iraque, ao sul de Bagdá. Essa peça, localizada no museu britânico, em Londres, é uma tábua de pedra inscrita com um texto cuneiforme. Foi uma dedicação ao Templo de Nin-Sun na antiga cidade de Ur, por Ur-Nammu, rei da dinastia Ur III – Foto: Record Tv/Divulgação
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Fundação de Ur: A cidade de Ur ficava localizada no atual Iraque, ao sul de Bagdá. Essa peça, localizada no museu britânico, em Londres, é uma tábua de pedra inscrita com um texto cuneiforme. Foi uma dedicação ao Templo de Nin-Sun na antiga cidade de Ur, por Ur-Nammu, rei da dinastia Ur III – Foto: Record Tv/Divulgação

Representação do Zigurate de Ur: Zigurate é uma forma de templo, criada pelos sumérios e comum para os babilônios e assírios, construído na forma de pirâmides terraplanadas. Em Ur, o Zigurate era parte de um complexo de templos que servia como centro administrativo da cidade, e era um santuário do deus lunar Sin  – Foto: Record TV/Divulgação
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Representação do Zigurate de Ur: Zigurate é uma forma de templo, criada pelos sumérios e comum para os babilônios e assírios, construído na forma de pirâmides terraplanadas. Em Ur, o Zigurate era parte de um complexo de templos que servia como centro administrativo da cidade, e era um santuário do deus lunar Sin  – Foto: Record TV/Divulgação

Estandarte de Ur: Foi encontrado pelo arqueólogo britânico Sir Leonard Woolley em 1927/1928 no cemitério real, na antiga cidade de Ur. Ele estava em um dos maiores túmulos reais de Ur, de um rei que morreu por volta de 2550 A.C. O estandarte possui três faixas horizontais que retratam o cotidiano do povo de Ur – Foto: Record Tv/Divulgação
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Estandarte de Ur: Foi encontrado pelo arqueólogo britânico Sir Leonard Woolley em 1927/1928 no cemitério real, na antiga cidade de Ur. Ele estava em um dos maiores túmulos reais de Ur, de um rei que morreu por volta de 2550 A.C. O estandarte possui três faixas horizontais que retratam o cotidiano do povo de Ur – Foto: Record Tv/Divulgação

Jogo real de Ur: Esses tabuleiros surgiram no Século XXVI A.C. e um deles ainda está exposto no Museu Britânico, em Londres – Foto: Record TV/Divulgação
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Jogo real de Ur: Esses tabuleiros surgiram no Século XXVI A.C. e um deles ainda está exposto no Museu Britânico, em Londres – Foto: Record TV/Divulgação

Joias da Mesopotâmia: Essa peça foi encontrada intacta em um cemitério de Ur, onde dizem pertencer a Rainha Puabi. No antigo Egito, as joias simbolizavam poder e riqueza – Foto: Record TV/Divulgação
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Joias da Mesopotâmia: Essa peça foi encontrada intacta em um cemitério de Ur, onde dizem pertencer a Rainha Puabi. No antigo Egito, as joias simbolizavam poder e riqueza – Foto: Record TV/Divulgação

Estela de Ur Nammu: Ur-Nammu foi o fundador da terceira dinastia de Ur (2047 a 2030 a.C), sua popularidade entre seus súditos é aparente em estelas e inscrições. Estelas mesopotâmicas serviam ao propósito de comemorar atos e conquistas dos reis – Foto: Record TV/Divulgação
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Estela de Ur Nammu: Ur-Nammu foi o fundador da terceira dinastia de Ur (2047 a 2030 a.C), sua popularidade entre seus súditos é aparente em estelas e inscrições. Estelas mesopotâmicas serviam ao propósito de comemorar atos e conquistas dos reis – Foto: Record TV/Divulgação

Manuscritos Bíblicos de Gênesis: Os manuscritos são considerados a versão mais antiga do texto bíblico. Os textos mais antigos de Gênesis em hebraico datavam da Idade Média do ano 1000 de nossa era. Eles são guardados no museu de Israel e alguns no museu de Aman, na Jordânia – Foto: Record TV/Divulgação
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Manuscritos Bíblicos de Gênesis: Os manuscritos são considerados a versão mais antiga do texto bíblico. Os textos mais antigos de Gênesis em hebraico datavam da Idade Média do ano 1000 de nossa era. Eles são guardados no museu de Israel e alguns no museu de Aman, na Jordânia – Foto: Record TV/Divulgação

Busto de José do Egito: Numa série de escavações, conduzidas por Mandred Beitak, trouxe à luz o que, para muitos, teria sido o túmulo temporário de José no Egito, antes que seus ossos fossem transportados na saída do povo hebreu. Ali ele encontrou fragmentos de uma enigmática estátua cujo rosto foi desfigurado, mas o cabelo em grande parte preservado – Foto: Record TV/Divulgação
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Busto de José do Egito: Numa série de escavações, conduzidas por Mandred Beitak, trouxe à luz o que, para muitos, teria sido o túmulo temporário de José no Egito, antes que seus ossos fossem transportados na saída do povo hebreu. Ali ele encontrou fragmentos de uma enigmática estátua cujo rosto foi desfigurado, mas o cabelo em grande parte preservado – Foto: Record TV/Divulgação

Sarcófagos Egípcios: Um sarcófago é uma urna funerária, geralmente de pedra, colocada sobre o solo. No Antigo Egito, se o morto fosse de classe alta, o corpo era geralmente mumificado e depositado nesse tipo de urna – Foto: Record TV/Divulgação
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Sarcófagos Egípcios: Um sarcófago é uma urna funerária, geralmente de pedra, colocada sobre o solo. No Antigo Egito, se o morto fosse de classe alta, o corpo era geralmente mumificado e depositado nesse tipo de urna – Foto: Record TV/Divulgação

12 tribos de Israel: Embora não existam traços da presença dos filhos de Jacó no Egito, um painel encontrado na Tumba de Beni Hassan mostra uma caravana de asiáticos, possivelmente semitas, como a família de José que descem ao Egito para comprar alimento. Extensivas pesquisas realizadas, sobretudo no território de Israel, demonstram claramente a presença dos descendentes de Jacó naquela região há milênios – Foto: Record TV/Divulgação
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12 tribos de Israel: Embora não existam traços da presença dos filhos de Jacó no Egito, um painel encontrado na Tumba de Beni Hassan mostra uma caravana de asiáticos, possivelmente semitas, como a família de José que descem ao Egito para comprar alimento. Extensivas pesquisas realizadas, sobretudo no território de Israel, demonstram claramente a presença dos descendentes de Jacó naquela região há milênios – Foto: Record TV/Divulgação

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Novela Gênesis