Ministério Público evita que cão agressivo seja sacrificado em Joinville

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Um cão da raça Labrador, chamado Barão, foi levado para o Centro de Bem Estar Animal de Joinville, após morder duas pessoas, uma professora e o coordenador de uma escola municipal. O animal foi recolhido pelo órgão, e um dos profissionais sugeriu a eutanásia.

O pedido para sacrificar o cão foi negado pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), alegando que o cão passou apenas pela análise de um veterinário que atestou agressividade no comportamento, sem outras tentativas de ressocialização.

O MPSC solicitiu que a análise fosse realizada por três veterinários que trabalham no Centro, dois deles sugeriram outras técnicas, como adestramento e castração, o terceiro sugeriu a eutanásia.

O pedido do MPSC foi aceito pela justiça, determinando que o município não faça o sacrifício até uma segunda ordem judicial. No período de 30 dias o cachorro passará por uma nova perícia dos veterinários para saber se a tentativa de ressocialização funcionou. A Prefeitura de Joinville alegou que ainda não foi notificada dessa decisão judicial, e que o animal está recebendo todo o suporte necessário e está disponível para adoção.

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