Drika Evarini

adrieli.evarini@ndmais.com.br Opinião, novidades, contratações e bastidores do esporte joinvilense e muito mais. Apaixonada por futebol, basquete, futsal e tudo que envolve o mundo do esporte, está sempre atenta a tudo que acontece dentro e fora dos campos e das quadras.


‘O projeto não é meu, é de Joinville’, fala Giovane Gávio sobre o Joinville Vôlei

Time disputará a Superliga C em novembro, mas projeto inclui ação social e núcleos espalhados pela cidade

Anos separaram o multicampeão Giovane Gávio de Joinville. Depois de treinar a equipe que participou da Superliga, ele volta à cidade, mas desta vez para gerenciar um projeto ‘joinvilense’. “O projeto não é do Giovane, é de Joinville”, garante.

Joinville Vôlei será gerenciado pelo multicampeão Giovane Gávio – Foto: Divulgação/NDJoinville Vôlei será gerenciado pelo multicampeão Giovane Gávio – Foto: Divulgação/ND

O Joinville Vôlei já tem técnico, elenco, e começa os treinos da pré-temporada em agosto, visando o Estadual – que ainda não tem definição de data ou participantes – e a Superliga C, que acontece em novembro.

O projeto antigo terminou, mas deixou aprendizados, diz Giovane, que será o gestor da nova equipe que vem, ainda, com ações sociais. Depois de treinar o time da Unisul que conquistou o Estadual em 2008 e disputou a Superliga, ele retorna com o Joinville Vôlei e uma equipe com a cara da cidade.

“É um projeto que está nascendo aqui e tem tudo para continuar por muito tempo. Até a forma de pensar, agir e construir é essa. Estamos pensando em algo perene, que tenha sustentabilidade, que tenha a cara de Joinville. Desde o início essa foi a proposta. Queremos resgatar aquela paixão do joinvilense de torcer, participar, falar que é dele”, salienta.

No passado, a dependência de empresas que deixaram o projeto, o que culminou com seu término, deixou uma lição importante, reforça Giovane. “Naquela época tínhamos duas instituições, o que estamos imaginando é não ter só uma ou duas. Teremos pilares, empresas que estejam juntas para ter um projeto mais equilibrado e sem essa dependência. Esse foi o principal ensinamento”, avalia.

Dentro de quadra já há dois campeonatos no cronograma, início da preparação e 16 atletas que devem compor o elenco, além do técnico Peu. Com Timbó, neste momento, como principal “rival”, o time será jovem. Segundo Giovane, são dois atletas acima de 30 anos e os demais com menos de 23 anos e atletas de times de peso podem chegar.

“É um desafio montar o elenco porque primeiro os atletas esperam todas as oportunidades da A, B e depois C. Aí é uma vantagem de usar minha credibilidade, meu nome e falar do projeto. Não posso prometer que vou chegar na A porque o caminho não é fácil, mas estamos planejando isso. Estamos buscando parcerias, Sesi-SP, Sada Cruzeiro, Minas, equipes que tem jovens interessantes que às vezes não tem condições de jogar nos times principais e que podem jogar por empréstimo aqui. Isso diminui o investimento no começo e é o que acredito, que esses jogadores devem jogar, ter experiência dentro da quadra. É unir o útil ao agradável”, destaca.

Além do time dentro de quadra, Giovane traz seu instituto para Joinville e, com ele, ações sociais, a disseminação da modalidade e a influência do esporte entre as crianças.

“Sabemos que conseguimos começar com quatro polos. Meu compromisso é esse ano ainda estar com esses quatro núcleo rodando aqui”, adianta.

O objetivo é que sejam oito polos espalhados pela cidade atendendo a cerca de 500 crianças.

O Joinville Vôlei tem parceria com o Grupo Ascensus, terá outros patrocinadores da cidade, além de recursos via lei de incentivo ao esporte.

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